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    Imperium -

    Ryszard Kapuscinski

    Companhia das Letras
    1994
    315 páginas
    10h 30m
    ISBN-11: 8571643873_
    Português Brasileiro
    4
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    Um dos mais renomados correspondentes de guerra da atualidade, veterano de 27 revoluções e golpes de Estado na África e na América Latina, o jornalista polonês Ryszard Kapuściński relata, neste Imperium, meio século de experiências e viagens pela União Soviética, manejando diante do leitor todos os elementos da grande reportagem: emoção, dados, observações agudas, isenção e, sobretudo, preocupação com os seres humanos, os agentes da história. "As descrições de Kapuscinski realizam algo que só a arte pode fazer: dar asas à imaginação. Graças à sua mescla incomum de reportagem e arte, chegamos bem perto daquilo que o próprio Kapuscinski considera ser 'impossível transmitir', ou seja, uma imagem verdadeira do mundo." Salman Rushdie "[...] uma reflexão mágica que freqüentemente se transmuta em poesia e aforismo. Um painel magistral." John Updike

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    Ryszard Kapuscinski profile picture

    Ryszard Kapuscinski

    Ryszard Kapscinski nasceu em Pinsk, uma cidade das Kresy Wschodnie, que à época era polaca e atualmente faz parte da Bielorrússia. Começou a sua carreira jornalística aos 17 anos na revista “Hoje e Amanhã”. Em 1964 foi apontado pela Polska Agencja Prasowa (PAP, onde trabalhou de 1958 a 1981) como seu único correspondente, e nos dez anos seguintes foi "responsável" por 50 países. Durante esse período viajou pelo mundo e fez a reportagem de guerras, golpes e revoluções na África, Ásia, Europa e Américas, incluindo a "Soccer War" (conflito de 6 dias entre as Honduras e El Salvador, em 1969). Fez amizade com Che Guevara na Bolívia, Salvador Allende no Chile e Patrice Lumumba no Congo. Ao longo da sua vida presenciou 27 revoluções e golpes, esteve em 12 frentes de guerra, e foi condenado ao fuzilamento por quatro vezes. No mundo anglófono, ele é mais conhecido pelas suas reportagens de África nas décadas de 1960 e 1970, quando testemunhou em primeira-mão o fim dos Impérios coloniais Europeus nesse continente. A partir do início da década de 1960, Kapuściński publicou livros de elevado valor literário, habilmente caracterizados por sofisticada narrativa técnica, retratos psicológicos das personagens, abundância de metáforas e outras figuras de estilo e imagens raras que servem como meios para interpretar a percepção do mundo. O livro mais conhecido de Kapuściński, " O Imperador", trata ele próprio do declínio do anacrónico regime etíope de Haile Selassie. "Xá dos Xás", sobre a queda de Mohammad Reza Pahlavi, o último Xá da Pérsia e "Imperium", sobre os últimos dias da União Soviética, gozaram de sucesso semelhante. Cansado da censura polaca, a partir da década de 1980, começou a colaborar com jornais e revistas internacionais, como The New York Times ou o Frankfurter Allgemeine Zeitung. Kapuściński tinha um fascínio tanto pelo exotismo das terras e das pessoas, como pelos livros: ele aproximava-se dos países estrangeiros, inicialmente, pela literatura, passando meses a ler antes de cada viagem. Ele sabia como ouvir as pessoas que ia conhecendo, mas também era capaz de captar o sentido dos cenários que encontrava: a forma como os Europeus saíam de Angola, a reconstrução dos frescos na nova Rússia, uma discussão relacionada com a pensão de alimentos no parlamento de Tanganica, tornando estes quadros em metáforas da transformação histórica. Esta tendência para tornar as aventuras pessoais numa fantástica síntese social fez de Kapuściński um eminente pensador e os volumes dessa persistente colectânea são um fascinante registo das observações de um repórter na reflexão filosófica do mundo e dos povos. Em 1999 foi eleito no seu país como o melhor jornalista do século XX. Em 2003 recebeu o Prémio Príncipe das Astúrias. Em 2004 foi galardoado na Áustria com o Prémio «Bruno Kreisky para livros políticos». Em 2005 foi doutorado “honoris causa” pela universidade catalã Ramón Llull. Embora tenha sido frequentemente mencionado para receber o Prémio Nobel da literatura nunca foi galardoado pela Academia Sueca. Em 2006, numa entrevista à Reuters, disse que escreveu para “pessoas de qualquer lugar ainda suficientemente jovens para estarem curiosas sobre o mundo” Passou os últimos anos da sua vida a viajar, participando em conferências e refletindo sobre o processo de globalização e as suas consequências para a civilização. Faleceu em Varsóvia, aos 74 anos, em consequência de doença grave. Desde a sua morte foram-lhe dedicados vários epitáfios, como: “O mestre do jornalismo moderno”, “Tradutor do mundo”, “O maior repórter do mundo” e “Heródoto dos nossos tempos”.

    19 Livros
    7 Seguidores

    Ryszard Kapuscinski