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    Death by Shakespeare - Snakebites, Stabbings and Broken Hearts

    Kathryn Harkup

    Bloomsbury
    2020
    368 páginas
    12h 16m
    ISBN-13: 9781472958228
    4.3
    3 avaliações
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    An in-depth look at the science behind the creative methods Shakespeare used to kill off his characters. In Death By Shakespeare, Kathryn Harkup, best-selling author of A is for Arsenic and expert on the more gruesome side of science, turns her expertise to Shakespeare and the creative methods he used to kill off his characters. Is death by snakebite really as serene as Cleopatra made it seem? How did Juliet appear dead for 72 hours only to be revived in perfect health? Can you really kill someone by pouring poison in their ear? How long would it take before Lady Macbeth died from lack of sleep? Readers will find out exactly how all the iconic death scenes that have thrilled audiences for centuries would play out in real life. In the Bard's day death was a part of everyday life. Plague, pestilence and public executions were a common occurrence, and the chances of seeing a dead or dying body on the way home from the theater was a fairly likely scenario. Death is one of the major themes that reoccurs constantly throughout Shakespeare's canon, and he certainly didn't shy away from portraying the bloody reality of death on the stage. He didn't have to invent gruesome or novel ways to kill off his characters when everyday experience provided plenty of inspiration. Shakespeare's era was also a time of huge scientific advance. The human body, its construction and how it was affected by disease came under scrutiny, overturning more than a thousand years of received Greek wisdom, and Shakespeare himself hinted at these new scientific discoveries and medical advances in his writing, such as circulation of the blood and treatments for syphilis. Shakespeare found 74 different ways to kill off his characters, and audiences today still enjoy the same reactions--shock, sadness, fear--that they did over 400 years ago when these plays were first performed. But how realistic are these deaths, and did Shakespeare have the science to back them up?

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    Luciana Darce picture
    Luciana Darce17/12/2020Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Ao terminar a leitura de <i>O Dicionário Agatha Christie de Venenos</i>, fui atrás de saber se tinha mais alguma coisa da Harkup publicada por aí… e descobri mais dois volumes que vão na mesma linha desse: um sobre a ciência por trás de Frankenstein (<i>Making the Monster</i>) e outro sobre Shakespeare, que imediatamente me deixou desesperada por lê-lo. Inspirando-me na sabedoria de Wilde, que dizia “a única maneira de libertar-se de uma tentação é entregar-se a ela”, deitei mãos em <b>Death by Shakespeare: Snakebites, Stabbings and Broken Hearts</b>. Imagino que mais dia menos dia eles sejam traduzidos aqui no Brasil pela Darkside também; enquanto isso não acontece, vamos lendo em inglês mesmo. Nesse volume, cada capítulo evoca um tipo de morte e apresenta as várias peças em que tal situação ocorre. Há aqueles que morrem apunhalados, os que sofrem com a praga e outras doenças, os envenenados e até os que se vão por um coração partido. A morte é uma constante na Inglaterra Renascentista e sua presença é muito mais aceita no cotidiano das pessoas - e do público que assiste às peças (e que, possivelmente antes de ir ao teatro, passava pela praça para ver as execuções públicas de criminosos: há um capítulo do livro para personagens que perderam a cabeça também). <i>Death by Shakespeare</i> é, assim, uma ampla investigação forense a partir das histórias do bardo. Harkup demonstra um senso de humor mais ferino nesse volume, mantendo a perspectiva científica, e o bom encadeamento narrativo. Ela também se preocupa em demonstrar como Shakespeare teria o conhecimento prático desses detalhes - algo que faz sentido na esteira dos conspiracionistas que acham que o ator não era o verdadeiro autor de seus dramas. Sou uma confessa bardólatra e também uma incurável curiosa, razões pelas quais me interessei pelo título, mas recomendo-o particularmente a quem é da área médica, tendo em vista os muitos detalhes práticos que são trazidos usando peças e personagens como ganchos.

    8 curtidas

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    Avaliações

    4.3 / 3
    • 5 estrelas33%
    • 4 estrelas67%
    • 3 estrelas0%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
     Kathryn Harkup  profile picture

    Kathryn Harkup

    Kathryn Harkup é química e escritora. Kathryn completou o doutorado sobre um dos seus produtos químicos favoritos, a fosfina, e prosseguiu com sua pesquisa de pós-doutorado antes de perceber que falar e escrever sobre ciência pode ser mais atraente que passar horas com uma roupa de proteção quente e abafada. Kathryn agora é uma divulgadora científica, e ministra palestras sobre o lado perigoso e nem tão agradável da ciência. Best-seller internacional, o Dicionário Agatha Christie de Venenos é seu primeiro livro, indicado para o Mystery Readers International Macavity Award e para o bma Book Award. Ela também escreveu Making the Monster: The Science of Mary Shelley’s Frankenstein (2018) e Death by Shakespeare: Snakebites, Stabbings and Broken Hearts (2020). Saiba mais em harkup.co.uk.

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    Kathryn Harkup