História de um homem que definitivamente foi uma das duas opções: Atormentado e perseguido por demônios. Ou não foi um Testemunha de Jeová coisa nenhuma e escreveu esse livro para ferir e ofender essa organização que não cobra dízimos. As Testemunhas de Jeová deixam uma caixa de donativos, quem quiser dá dinheiro, quem não quiser, não dá e ponto final. Quem não quiser ser Testemunha de Jeová não é, você não é forçado a nada lá. Porque a Torre de Vigia iria querer enganar as pessoas? Por dinheiro não é. Pelo quê então? Não existe resposta. Porque lá existe amor de verdade, confiança de verdade e honestidade de verdade. E esse livro fala mal de tudo isso... Acho que descobrimos quem quer fazer lavagem cerebral em quem. Que tipo de pessoa sai de uma organização onde tem amor, confiança, e onde você não é forçado a dar dízimos, e onde revistas, livros e bíblias são de graça? Uma pessoa bem suspeita eu acho. As Testemunhas de Jeová não se aliaram a Hitler que nem os líderes do cristianismo e catolicismo. Ponto para elas. As Testemunhas de Jeová são conhecidas por serem honestas. Ponto para elas. As Testemunhas de Jeová não se aliaram às guerras. Ponto para elas de novo. Tudo que elas ensinam se baseia na Bíblia Sagrada. Ponto para elas. Não tem do que falar mal. Esse livro só pode obviamente ser cheio de mentiras.
trinta anos escravizado à torre de vigia -
William J. Schnell
eis o resumo do livro
O livro conta a história de William J. Schnell, que nasceu em 1905, nos EUA, porém de pais alemães (pelos livros só temos a informação de que seu pai era um cristão). Viveu num contexto de guerras (quando novo, viveu a 1ª Guerra, e a 2ª já como Testemunha de Jeová) mudando algumas vezes de local de moradia, inclusive indo pra Alemanha. Seu pai servia ao exercito e por um tempo Schnell e sua família (sua mãe e três irmãos) não desfrutaram de sua presença, até que um dia ele chega, mas continuam vivendo num contexto de conflitos. Nesse ínterim, foram visitados por um ‘estudante da Bíblia’ que os levaram a integrar uma congregação de ‘estudantes’, que, na Alemanha chamavam de ‘Eclesia’ (estes segundo inferem-se pela leitura do livro, eram diferentes das Testemunhas de Jeová de hoje. Pareciam cristãos, estudando a Bíblia, gozando de comunhão e fraternidade, elegendo, inclusive, seus próprios Anciãos, conforme o Novo Testamento, o livro não esclarece exatamente qual sua relação com a Torre de Vigia, mas tudo indica que tinham certa autonomia). Lá se integraram e Schnell foi até batizado. Schnell narra então sua vida, passando pelos diversos momentos da Sociedade e tentando mostrar como eles manipulam os aliciados e lhes aplicam uma verdadeira lavagem cerebral. Ele conta como passou pelas ‘datas escatológicas’, usadas para manipular os membros e influenciá-los a trabalhar com vendas em favor dos cofres da Torre de Vigia, e como eles, aproveitando-se da ignorância do povo quanto à Bíblia, usavam (usam) textos descontextualizados (quando não usam textos alterados!) e, arbitrariamente interpretados, para embasarem suas doutrinas e desculpas. Intimidavam os membros também com sua conduta despótica, proibindo-os de qualquer ato de discórdia (inclusive pensar…), com pena de ‘excomunhão’ (que foi aplicada, várias vezes, sem pensar duas vezes, para ‘purificar’ a ‘Israel’_título que reivindicaram para si, reivindicando inclusive as promessas que Deus fez a seu povo). E Faziam isso de uma forma camuflada, com máscara de piedade, que fazia (faz) com que os membros aceitassem a servidão à ‘Torre de vigia’. Pouco a pouco, o membro vai sendo ‘promovida’, e devota sua vida mais e mais à Sociedade, inerentemente a mais serviço e trabalho, e a mais lucro para a Torre de Vigia. O trabalho vai substituindo a atitude de pensar, e o servo da Torre pensa estar promovendo o Reino. Schnell presenciou as inovações doutrinárias da Sociedade, normalmente geradas para desculpar as falhas das previsões escatológicas. Expõe também suas investidas anticristãs, incluindo suas doutrinas; bem como suas progressivas declarações exclusivistas e intransigentes (e, como mostra Schnell, muitas vezes, escandalosamente contraditórias). Schnell, em meio a esses relatos históricos e doutrinários, continua narrando seus conflitos pessoais, onde se viu afastando da piedade e da fé, substituindo-as por serviço à Sociedade. Ele frisa o fato de ser essa a conseqüência do ingresso às Testemunhas de Jeová. Depois de desiludido ele ainda para de trabalhar por um tempo, indo morar, nos EUA, onde pode praticar um ato estranho às Testemunhas de Jeová: pensar per si. Mas ele acaba voltando a trabalhar, porém ‘infectado com o vírus da razão’, que o levou a tomar atitudes de desobediência, até, depois de alcançar prestígio na Sociedade, foi sendo ‘desligado’(sendo inclusive perseguido e intimidado) e ‘convidado a se retirar’ caso não se retratasse de seus erros e se‘reconsagrasse’ à Torre de Vigia. Após um tempo de lutas, onde inclusive, atemorizado, caiu em embriaguez, se lembra do Senhor que conhecera quando novo e resolve voltar pra Deus após uma longa e árdua noite de oração, prometendo a Ele denunciar o monstro que é a Torre de Vigia. A partir desse momento ele teria certeza que não seria mais afligido aos temores da Sociedade da Torre de Vigia; Deus havia lhe perdoado; depois de trinta anos se sentia bem em paz consigo mesmo. Por fim ele acaba sua obra dizendo: “que minha vida de escravidão vos sirva de advertência! Foram necessários trinta anos para me libertar”. Alertando pessoas fracas na fé não caírem nesta cilada ardilosa que é a Torre de Vigia (Testemunhas de Jeová).
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