Homens e suas máscaras - A revolução silenciosa

    Luiz Cuschnir, Eliseu Mardegan Jr.

    Campus / Elsevier
    2001
    226 páginas
    7h 32m
    ISBN-10: 8535207600
    Português Brasileiro

    Há rostos que se transformam em máscaras, aponto de não nos reconhecermos mais no espelho. E há máscaras que seconfundem com o próprio rosto, escondendo os nossos sentimentos maiscamuflados, as nossas verdades mais subcutâneas, os nossos desejos maiscontidos. Desse modo, sem conter a criatividade, com conhecimento profundo sobreo assunto, Dr. Luiz Cuschnir e Elyseu Mardegan desvendam fascinantes véus dapersonalidade masculina, em Homens e suas Máscaras - A Revolução Silenciosa.Mais do que apresentar um minucioso estudo das máscaras, analisadas metafóricaou simbolicamente, o livro mergulha no que elas realmente trazem de positivo enegativo ao longo da vida dos homens. Assim, Dr.Luiz Cuschnir e Elyseu Maderganmostram como as máscaras são decisivas para a sobrevivência na sociedade, eavaliam de que modo elas impedem o desenvolvimento de plenas potencialidadesemocionais. Com anos de atenta observação e vasta experiência profissional,os autores também constatam que existe nas máscaras uma função dupla:disfarçar e proteger. Assim, elas escondem para os outros a identidade de quemas utiliza. Nesse sentido, as máscaras não deixam que os traços fisionômicose distintivos do seu usuário sejam reconhecidos. Altamente reconhecidosprofissionalmente, acima de tudo, Cuschnir e Madergan revelam como as maisdiversas formas como as máscaras se tornam instrumentos de segurança epreservação para o homem, no trabalho, entre amigos, ou com a esposa e osfilhos. Muito mais do que uma análise completa sobre o tema, Homens e suasMáscaras desmascara a alma masculina, e traz à tona todas as suas angústias,os seus medos, as suas ansiedades, os seus sonhos, a sua carência vital dedissimular para respirar.

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    Rogério Oliveira picture
    Rogério Oliveira26/01/2009Resenhou um livro
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    Razoavel

    A leitura é um pouco cansativa, e me parece um pouco antiquada, como não sou psicólogo não me agradou a escrita.

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