Eu vou começar fazendo uma confissão, se existe uma categoria de crush literário, eis que eu já elegi Stuart Aysgarth, o visconde de Mount Villiars, entre os meus queridos de todos os temposð. Terminei o livro apaixonadaâ¤ï¸ por esse personagem, lamentando que o final não trouxe elementos longevos, pois eu adoraria acompanhar a vida desse homem espetacular até a velhice. Por outro lado, também é muito difícil não se deixar levar pela carismática e divertida viúva Emma Hotchkiss. Tudo tem início com a morte de uma ovelhað. Isso mesmo. O pobre cordeiro foi morto pela carruagem em alta velocidade do visconde, o expatriado que retornou ao seu antigo lar após a morte do pai. Emma, a dona do animal, uma humilde criadora de ovelhas, logo busca ser ressarcida do prejuízo, algo que o visconde não aceita em bons termos. Daí começa uma pequena guerra de gênios e vontades entre os doisð©ââ¤ï¸âð¨. E, claro, inesperadamente, nasce uma paixãoð¥ desenfreada e sensual entre a curvilínea mulher e o bonito e rico visconde. Nas palavras de Emma, apenas bonito talvez não fosse a palavra. Mount Villiars era romanticamente bonito, seu rosto era dotado de traços severos em sua proporção anglo-saxônica, totalmente masculinos, fortes, em planos angulosos, com um nariz aquilino, com uma fenda na ponta e olhos profundos com íris negras. E, como se não bastasse, o homem tinha um porte, com seu corpo alto e esbelto, cuja presença física era impressionante. Ele era lindo como fogo, inteligente, culto e possivelmente tentado a salvar o mundo ou pelo menos setenta e sete criados nele. Emma caiu nas garras de Stuart quando, ao executar um elaborado plano, logo ela que em um passado longínquo aprendeu a aplicar golpes e a trapacear, é pega no flagrað e assim é obrigada a fazer algo para evitar uma possível prisão. Na verdade, a ameaça do visconde aparentemente é séria, mas o que Stuart queria mesmo era usufruir da inteligente e voluptuosa vizinha. Ameið¥°.