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    Pavilion of Women -

    Pearl S. Buck

    Cardinal Edition
    1960
    419 páginas
    13h 58m
    ISBN-1: 0
    4
    2 avaliações
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    "Do you not love me?" Mr. Wu's voice was rough. "What do I want with another woman?" "I have passed half my life... Your fir fires are burning still. You ought to have more sons." Madame Wu paused.... "Do you now trust me?" "I have always trusted you," he said. She nodded. Her husband would take a concubine. Pavilion of Women scores another literary triumph for Nobel Prize winner Pearl S. Buck. Rich, appealing, filled with Miss Buck's profound vision of life, it is a story of love that will remain unforgettable for every reader.

    Resenhas (1)Ver mais
    Arya Deschain picture
    Arya Deschain28/05/2010Resenhou um livro
    3 (Bom)

    O começo do livro eram bem promissor. Ele conta a história de uma elegante mulher chinesa de educada de acordo com antiquadas tradições. Estas ditam que a mulher não é mais que a parcela da família responsável pela disseminação da espécie e, por este motivo, deve cumprir seu papel como dona de casa. Madame Wu, a protagonista, ao atingir os 40 anos de idade, sente que seu papel como "ser reprodutor" está cumprido. Entretanto, ela ainda tem uma coisa em mente: tendo em vista que seu marido ainda é jovem e, portanto, capaz de gerar mais filhos, resolve arranjar uma concubina para ele. Bem, até aqui não há nada que a sinopse não tenha revelado. Em plena época de guerra, revolução industrial, modernidades e tal, a decisão é considerada como algo muito próximo do hediondo. Contudo, a palavra da Madame Wu é a palavra final, e se ela assim quer, assim está decidido. De início, eu pensei que a história tinha de tudo para ser boa. A protagonista quarentona é uma mulher forte, de atitude. Ainda que ela possa não ser a cabeça da família, a ordem da grande casa dos Wu se deve a ela e a suas decisões. Com o decorrer do livro, a influência das decisões dessa mulher começa a mostrar suas cores. Ninguém ousa obedecê-la. Todo o poder está nas mãos dela e ela, ao mesmo tempo que tenta se libertar dos laços carnais com seu marido, procura estabelecer uma ordem na casa de tal maneira que não exista ninguém infeliz. Até que um dia ela conhece um sacerdote por quem desenvolve uma forte relação de interesse. E, por acaso, é exatamente aí que a história começa a desandar. Não porque a Madame Wu se contradiz, muito pelo contrário. Pelo que pude notar, ela manteve a mesma opinião do começo ao final do livro. O que mudou foi a maneira como ela chegava às conclusões. E foi exatamente isso que não me agradou. Eu passei mais da metade do livro tentando entender por que diabos ela parou de pensar egoisticamente. Eu até me atrevo a dizer que mudança de comportamento dela mudou de uma página para a outra. Esse livro é algo que li de cabo a rabo mais pela curiosidade para saber o que ia acontecer do que pelo fato de ele ser bom. Ele não tem conflitos particularmente marcantes e todos os pormenores são resolvidos de maneira seca e lógica pela poderosa mulher. Acompanhar esta história foi como caminhar por uma estrada plana e lisa: sem emoções. Você só caminha para chegar até o fim. Apresenta ótimos elementos culturais e descreve bem os antigos costumes chineses. Mas não marca.

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    Pearl Sydenstricker Buck

    Nascida Pearl Comfort Sydenstricker (Hillsboro, 26 de junho de 1892 — Danby, 6 de março de 1973), também conhecida por Sai Zhen Zhu (chinês: 賽珍珠) foi uma sinologista e escritora estadunidense. Ganhadora do Prémio Pulitzer de 1932, recebeu o Nobel de Literatura de 1938.

    60 Livros
    60 Seguidores

    Pearl Sydenstricker Buck