Decepções, tragédia, traumas, chantagem.... Elizabeth e Andrew sabem que o verdadeiro amor consegue derrubar todas as barreiras. Ou, pelo menos a maioria delas. Confiantes de que acharam a perfeita fórmula do amor, eles se esquecem de que o sentimento é como uma flor de Liz, que deve ser regado dia-após-dia. Aprender a crescer junto, e aceitar o outro como ele quer, é uma perfeita definição de alimentar o amor. Entretanto, eles podem ter descoberto isso tarde demais. O amor mais uma vez foi posto à prova, e será que agora consegue sobreviver ao caos da rotina, trabalho, filho e o desejo ambíguo por eles, se agarrando a todo momento a fim de salvar o que restou do amor? Não percam o emocionante desfecho dessa história que fez rir e chorar, e promete muito mais da vida a dois. Esperança não é uma coisa boa, nunca foi, ela é ilusória. Na maioria das vezes ela é um bichinho traiçoeiro, que em questão de segundos, te tira do seu estado de torpor absoluto, do céu, e te desgraça... (Elizabeth)

