Hazuki é um rapaz que, por acaso, vê uma mulher numa floricultura. Então, compra uma suculenta, para poder interagir com ela um pouco. Ele se pega voltando a floricultura Shimao e comprando um planta sempre que visita. No fim, torna-se um empregado temporário na floricultura.
Ele está encantado com a dona, Rokka Shimao, e está satisfeito em ter alguns momentos conversando com ela. Mas tudo muda quando se depara com o falecido marido dela em forma fantasmagórica. E pior: apenas Hazuki consegue ver e ouvir Shimao, o fantasma.
Shimao se recusa em permitir que Rokka tenha outro relacionamento; então, ativamente procura formas de atrapalhar Hazuki.
Enquanto Hazuki tenta iniciar um relacionamento com Rokka; ambos precisam avaliar como lidar com o fantasma do passado (literal e figurativamente). Nesse meio tempo, Hazuki e Shimao fazem um acordo em um possuir o corpo do outro e isso resulta em Shimao processando sua vida e morte, enquanto Hazuki está preso nas ilustrações de Shimao.
O desenvolvimento dos relacionamentos é incrível. Esse é exatamente o tipo de triângulo amoroso que gosto um que intensifique os riscos na dinâmica entre os personagens. Shimao relembra partes significativas de sua vida e seu desejo em viver após a morte. É fascinante ver o passado refletir suas vontades.
Para um romance funcionar, é necessário compreender o que fez o protagonista se interessar pelo interesse romântico. No caso, Rokka cumpre o papel. Para além da aparência (que foi o que inicialmente chamou a atenção dele), ele gosta de passar tempo com ela, seja nas atividades pequenas, quanto nas maiores; eles têm certa química e trabalham bem juntos.
A forma como a troca dos corpos acontece é muito interessante, trazendo pequenos momentos de humor e belas ilustrações ao usar temas de contos de fadas, além do protagonista ser completamente adorável.