Years after attending a party that resulted in the death of a teenage girl, two best friends, including a lawyer and a powerful politician, find their fellow partygoers falling victim to a series of killings, for which one of them is accused. Reprint.
Life Sentence
David Ellis
Muito bom!
Life Sentence (Sentença de Prisão Perpétua), é mais um triller de suspense do habilidoso David Ellis, o qual nos presenteia com sua técnica de construir personagens marcantes e uma trama recheada de reviravoltas. Este é o segundo livro do autor que tenho acesso e já o estou classificando como um mestre do ilusionismo, pois seus enredos conseguem levam o leitor por um caminho e no final, descobrimos que pegamos a estrada errada, pois nada é o que parece. O enredo intercala dois crimes principais, um ocorrido em 1979, quando os personagens principais (Jon e Grant) tinham apenas 17 anos e o outro ocorre mais de 20 anos depois. Nos dois crimes, Jon Soliday é o principal suspeito. Em 1979, Grant Tully leva seu melhor amigo, Jon Soliday, à cidade vizinha para uma festa regada a bebidas e drogas. Soliday não tinha o hábito de beber e nunca tinha usado drogas e por causa desse excesso, ele não lembra de quase nada daquela fatídica noite. Após a festa, Gina, uma jovem de 19 anos, é encontrada morta em seu quarto com indícios de estrangulamento e estupro. Soliday consegue escapar do julgamento com a ajuda do pai de Grant, influente Senador. Mais de 20 anos depois, Jon Soliday é o conselheiro-chefe e amigo mais próximo do senador Grant Tully, que decide deixar de ser Senador e parte para concorrer ao governo estadual. Nesta disputa política repleta de crimes, mentiras e vingança, Jon Soliday mais uma vez é indiciado pela morte de um outro advogado, o qual é próximo da família do Senador Grant Tullly há décadas. David Ellis navega por duas épocas, nas quais os personagens de 1979, reencontram-se nos anos 2000, cada um em posição e intenções diferentes. A grande pegada do livro é: Jon Soliday é mesmo um criminoso dissimulado, um autêntico lobo em pele de cordeiro ou ele, mais uma vez, é vítima de uma incriminação injusta? E, se esta incriminação é mesmo injusta, quem está por trás dessa manobra hedionda?
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