Para brilhar, as estrelas tem que arder, até o glorioso fim.
Tive a sorte de ver um fã falar sobre o amor que ele tinha por Paulo Leminski, por sua obra e vida. A frase que me marcou foi: "Leminski saiu da quebrada, mas a quebrada nunca saiu dele". Primeira obra que leio dele e é justamente a última, mas fico feliz de saber que ele foi até o final batalhando como um grande estrategista de guerra e vivendo intensamente a sua maneira. Com poesias tão retas e afiadas como uma lâmina de katana, Leminski deixa marcado nos muros das memórias de seus leitores que 'a pedestre arte da guerra de viver' não nos permite olhar para 'o espelho retrovisor', por que a 'hora da lâmina' sempre vêm, 'o corpo não mente' e é melhor você sempre ter um 'plano dois'. Vivam Leminski.

