APRENDER A (VI)VER é como uma simples olhada: focaliza o que está bem diante de nós. Um primeiro olhar — enternecido, curioso, espirituoso, às vezes bem-humorado, talvez questionador — sobre o mundo cotidiano. Uma piscada de olhos para o que atrai, chama atenção, angustia, fascina, surpreende, semeia dúvidas ou simplesmente não encontra respostas. Não se trata de um enquadramento do tipo “vida: manual de utilização” ou de uma radiografia, mas de alguns pontos de vista ou de algumas vistas de um ponto.

