Não é sobre honra. É sobre poder. Para a maioria dos herdeiros de uma nação, a obrigação vem antes das próprias vontades. Em muitas histórias, o mocinho se sacrifica pelo povo, pelo bem maior. Mas não Darya. Após a morte de sua mãe, a herdeira e salvadora de seu próprio reino deseja que todos virem cinzas. Aquela que deveria continuar a linhagem, está mais do que preparada para deixar o reino inteiro sucumbir em chamas. Imersa em rancor e ódio, Darya precisa ir contra toda a Câmara de lordes do seu pai, fazendo de tudo para tornar-se general e salvar o reino que suas irmãs tanto amam. Apesar de esse ser seu único objetivo, tudo muda quando os dragões retornam e um acordo é feito sem seu consentimento. Darya nunca foi uma heroína, e sabendo de sua própria personalidade não muito amigável, não hesitará em eliminar todos aqueles que se colocam entre ela e seu objetivo. Nos contos de fadas, a princesa sempre vence, fazendo justiça sobre os que são considerados vilões. Mas agora é diferente. Aqui ninguém sabe se o bem ou o mal vai vencer, pois ambos estão entrelaçados aos objetivos de cada governante. A mocinha dessa história, é a vilã de todos os outros.



