Cesare Vitale Man. Myth. Legend. Or at least that’s how the world views me. They’re not wrong; I would give anything to take back my throne. To have power again. Even if it means breaking all of my already weak familial ties. Until I meet the one man that makes me pause. Raphael is everything I have never wanted to admit I crave. Someone who sees the monster and still wants me just the same. But there's more to Raphael than meets the eye. Can he be trusted? In the midst of Vitale chaos I’m forced to ask myself something I’ve never doubted before. What's more important? Power? Or love? Book 6 in the Vitale Brothers series. This will be the final book.
Always the Villain (Vitale Brothers #6) -
Brea Alepou
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Ver maisFamília. Famiglia. Family.
Cesare Vitale você não é velho demais pra tudo isso? Brincadeira. Vamos falar sobre o quão fraca eram as motivações dele? Era melhor ter deixado o Benito comandar o que já tava certo desde o início, mas como precisávamos de um ponta-a-pé inicial, vamos aceitar. Rafael? Nós vemos você, e sabemos que você precisa de terapia urgentemente! Se fixar em um velho que te ajudou mil anos atrás e fazer disso seu objetivo de vida? Não, não, você é mais que isso vamos láa! E falando em Rafael, o plot dos irmãos (meio irmãos né), isso me chocou muito, nem por um segundo eu pensei nisso! Além disso, agora que faz 10 minutos que eu terminei esse livro, estou colocando ele no top 3 mais problemáticos da série, o que não necessariamente é algo ruim - pra mim - já que eu gosto dos problemáticos. Em geral, teve muita ladainha inútil? Muita. Teve as autoras colocando o personagem falando português e também que ele nasceu no ¿Suriname - Brasil? Infelizmente sim, acredito que elas sejam estadunidenses, ou geograficamente perdidas ou sem muita ânsia de pesquisa geográfica. O que não importa muito no fim né, é chato? Eu diria que um pouco (muito) mais que chato. Sabemos que o personagem era brasileiro e falava português, e sendo sincera? Eu não concordo com estereótipos, mas ele não tinha uma veia latina/brasileira nele, e não, não falo de aparência ou até de comportamentos caricatos, falo de cultura mesmo, além da língua, nada absolutamente nada sobre ele me fez acreditar nas raízes que ele diz ter. Mas, se o que vale é a intenção, a tentativa represetividade é legal. Até porquê estamos falando de uma serie de italianos e meio italianos vivendo nos EUA. Por outro lado, o gatinho (Caos) foi uma das maravilhas da história, eu o amo, e amo que ele se encaixe tão bem na família. E por mais esquisito e sejamos sinceros - nojento - o momento entre pai e filhos (falamos de assassinato, nada de incesto aqui!!) foi também um dos meus momentos favoritos do livro, estava ansiosa pra que homens velhos e crescidos parecem de falar meias palavras e se resolvessem logo. E claro, também devo comentar sobre o momento lindo entre avôs (com menos de 30 é meio engraçado) e netos! Amo crianças e animais, elas tem o meu coração! Por fim, acompanhar o lançamento de cada livro dessa série foi muito especial pra mim, eu amo essa família com as bandeiras pretas e tudo! Ficarei feliz de ir atrás dos outros livros desse universo e já estou ansiosa para ver o que mais eu vou encontrar, espero que mais dos Vitale, mesmo que sejam migalhas kkkkk. E como são 4 da manhã, erros ortográficos não existem.
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