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    Coragem - O Prazer de Viver Perigosamente

    Osho

    Cultrix
    2006
    192 páginas
    6h 24m
    ISBN-13: 9788531606953
    Português Brasileiro
    4.3
    164 avaliações
    Leram294Lendo20Querem263Relendo5Abandonos14Resenhas11
    Favoritos25Desejados263Avaliaram164

    Coragem, segundo Osho, não é a ausência de medo. Pelo contrário, é a presença inegável do medo, mas com a disposição de enfrentá-lo. Este livro dá uma visão panorâmica desse tema - de onde vem o medo, a forma de entendê-lo e como encontrar coragem para vencê-lo. Osho também nos alerta: sempre que a dúvida e a mudança batem à porta, isso só pode ser motivo de celebração. Em vez de nos agarrarmos ao que é conhecido e familiar, podemos aprender a dar boas-vindas a essas situações, encarando-as como oportunidades para tornar a nossa vida uma aventura e entender melhor nossas atitude.

    Resenhas (11)Ver mais
    V M picture
    V M26/06/2021Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Bom

    Livro de fácil leitura, gostei de algumas partes, outras achei repetitivas. O autor apresenta metáforas que facilitam a compreensão do assunto.

    11 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.3 / 164
    • 5 estrelas47%
    • 4 estrelas33%
    • 3 estrelas16%
    • 2 estrelas4%
    • 1 estrelas1%
    Rajneesh Chandra Mohan Jain profile picture

    Rajneesh Chandra Mohan Jain

    Rajneesh Chandra Mohan Jain (रजनीश चन्द्र मोहन जैन) (Índia, 11 de Dezembro de 1931 - 19 de Janeiro de 1990) foi o fundador de um movimento filosófico-religioso, primeiro na sua terra natal e mais tarde nos Estados Unidos da América. Durante a década de 1970 foi conhecido pelo nome de Bhagwan Shree Rajneesh e mais tarde como Osho. Embora Rajneesh nunca tenha escrito nenhum livro, muitos foram publicados por transcrições de seus discursos e palestras, livros que até hoje fazem muito sucesso em muitos países, inclusive o Brasil, país que possui um pequeno mas muito ativo grupo de discípulos e simpatizantes, espalhados em muitos dos grandes centros e em algumas comunidades mais afastadas. Muitos desses discípulos exercem algum tipo de atividade terapêutica alternativa e divulgam suas principais meditações, como a chamada meditação dinâmica. Alguns técnicos dizem tratar-se de um exercício aeróbico que promove embriaguez por hiperventilação. Outros, com experiência pessoal nessa técnica, dizem que a hiperventilação não causa embriaguês, mas muita disposição física durante todo o dia; não é aconselhável deitar ou sentar-se após esta técnica, mas cuidar das atividades da vida. Seus discípulos (Sannyasins) o apresentam como um grande contestador e libertador. Seu ensinamento, sem dúvida, enfatizava bastante a busca de liberdade pessoal e apresentava uma atitude mordaz em relação à tradição e à autoridade estabelecida. Entretanto, isso não é apresentado como uma rebeldia sem causa, mas como um transbordamento possível, vindo da meditação. É uma figura extremamente polêmica. Em boa parte, porque ele próprio raramente procurava apaziguar ou evitar conflitos. Ele nunca foi um moralista, enfatizando sempre a consciência individual e a responsabilidade de cada um por si mesmo. As pessoas que o ouviam, gostavam muito do que ele contestava com consciência, mas não assimilavam. Membros do seu grupo foram acusados de, deliberadamente, causar uma intoxicação com salmonela na comunidade de Condado de Wasco (no Oregon), na seqüência de alegadas tentativas para obter vantagens nas eleições do condado. Os seus discípulos garantem que ele teria morrido por envenenamento de tálio radioativo, provocado na altura em que esteve preso, durante trinta dias, nos Estados Unidos, em 1985. Alguns órgãos da imprensa chegam a divulgar que Osho teria morrido de Aids. Nos EUA, respondeu por 35 acusações e foi condenado a dez anos de prisão com sursis. Foi expulso também da Grécia, foi rechaçado da Alemanha e da Espanha e só conseguiu entrar na Irlanda porque seu piloto alegou ter um doente a bordo. Sua secretária Sheela Birustiel-Silvermann (Ma Anad Sheela) foi extraditada da Alemanha, onde estava no cárcere em Bühl e foi condenada pelo tribunal federal de Portland (Oregon), em 1986, a quatro anos e meio de prisão por fraude e envenenamento alimentar.

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    Madhya Pradesh, Índia

    Rajneesh Chandra Mohan Jain