It Must Be Love - Single Novels #2

    Rachel Gibson

    Little Black Dress
    2007
    320 páginas
    10h 40m
    ISBN-13: 9780755337453

    Undercover cop Joe Shanahan's bad luck hit bottom the morning he stared up into the face of sexy suspect Gabrielle Breedlove. She'd blown his cover---brought him down with a can of hairspray---and now his new assignment was to pose as her boyfriend. But spending as much time as possible with the utterly irresistible New Age beauty caused unexpected complications. To make matters worse, his matchmaking sisters are picking out china patterns. Joe's brooding good looks and T-shirt-straining muscles might be easy on the eyes, but how could Gabrielle be attracted to a straight-laced detective who's determined to find evidence to arrest her? Still, he invades her dreams and when they share a transcendent lovemaking experience, Gabrielle knows it must be love. Undercover cop Joe Shanahan's bad luck hit bottom the morning he stared up into the face of sexy suspect Gabrielle Breedlove. She'd blown his cover---brought him down with a can of hairspray---and now his new assignment was to pose as her boyfriend. But spending as much time as possible with the utterly irresistible New Age beauty caused unexpected complications. To make matters worse, his matchmaking sisters are picking out china patterns. Joe's brooding good looks and T-shirt-straining muscles might be easy on the eyes, but how could Gabrielle be attracted to a straight-laced detective who's determined to find evidence to arrest her? Still, he invades her dreams and when they share a transcendent lovemaking experience, Gabrielle knows it must be love.

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    Lucinda Júlia picture
    Lucinda Júlia21/05/2023Resenhou um livro
    1 (Ruim)

    Pode não ser amor

    O pior cego é aquele que não quer ver. Ultimamente, tenho me castigado relendo alguns livros que dei 4 estrelas. Não porque queria reler um bom romance, um casal inesquecível, mas porque eu tinha que rever algumas inconsistências. E esse livro é cheio delas. Começando pela Gabrielle. Mulher bonita, engraçada, inteligente, mas muito crédula. Tinha amizade com um cara. Achava que ele era um ótimo amigo, já que não foi um namorado que a atraísse. Tanto que de amigos, tornaram-se sócios de uma loja de antiguidades e curiosidades. Esse amigo, Kevin, estava sendo investigado pelo roubo de um Monet. A polícia queria pegá-lo, não só pelo roubo, mas para garantir que não eram um bando de caipiras incapazes de resolver um crime. Um dos policiais responsáveis pela investigação era Joe. Ele já estava insatisfeito com esse caso, e ainda tinha que seguir Gabrielle e Kevin. Gabrielle era tão perseguida por ele, que ela sacou logo que havia um perseguidor, e ela queria pegá-lo de surpresa. Joe não foi dos mais sagazes policiais, e foi pego na armadilha de Gabrielle. Ponto para ela. Assim começa a colaboração de Gabrielle nesse caso. Ela foi coagida a colaborar, se não seria presa como cúmplice no crime. Detalhe: com pressão até do advogado dela... Joe muito "esperto", se infiltraria na loja como namorado e marceneiro de Gabrielle. Enquanto isso, Kevin seria investigado. E Gabrielle também. Nos dias que esteve na loja, e até antes, ele achava que Gabrielle era louca e mística. Toda estranha, mas bonita. Ele se atraiu por ela, mas não o suficiente para respeitá-la nas suas crenças. A todo momento, ele a tratava como se fosse louca e irracional. Mas não se desculpava quando tirava uma "lasquinha" beijando e tocando. Mas era só para enganar o Kevin. Claaaaro... Enquanto isso, Gabrielle, muito confiante na amizade de Kevin, não acreditava na sua culpa e ainda tentava justificar as suas atividades. O cara era rico e gastava dinheiro só de negócios desconhecidos. (Vontade de chamar a Gabrielle de burra. Mas, amigo é assim, até que se prove o contrário, a gente confia). Por outro lado, Joe estava tão atraído por Gabrielle e desgostoso disso, que quando reencontrou uma amiga de infância, não hesitou em investir nesse encontro. A garota tinha um restaurante, era bonita, caseira, cozinhava bem, tudo o que o Joe queria. Ele não queria uma avoada esotérica como a Gabrielle. Até aqui, acho justo que ficassem separados, Joe e Gabrielle. Cada um do seu lado: investigador e investigada. Só que Joe cruzou essa linha. Ele não evitava os contatos físicos com Gabrielle. Até chegar à relação, propriamente. Desprotegido, diga-se. E continuava vendo a outra, já que ela era a ideal dele. Até que, num momento bem íntimo com a Gabrielle, o caso do crime é resolvido. A partir daqui, é ladeira abaixo. Se é possível isso. Gabrielle, depois de apenas alguns dias que se conhecem, já acha que o ama e diz isso a ele. Ele rechaça totalmente, e ainda a humilha. Diz que o caso acabou, criminal e físico. Ela vai para uma outra cidade (deveria fugir para as montanhas, mas eu não sou a escritora. Pena...), para entender tudo o que aconteceu. A traição do amigo e o desprezo de Joe. Ainda assim, ela fica triste por amá-lo. E ele? Nunca a procurou, pois estava investindo na outra namorada. Mas sentia que estava traindo Gabrielle. Ah, me poupe... No fim, eles se reencontram numa festa dada à polícia pela solução do caso. Ela estava determinada a ignorá-lo, ele nem pensava muito nela, e já dava como encerrado esse "relacionamento". Mas, ele a vê com outro cara. E o cafajeste que é, e que ninguém reforma, foi atrás dela. Só que o cara que estava conversando com ela, entregou o jogo de Joe, perguntando pela namorada dele, a dona do restaurante. Ele todo arrependido, diz que não havia nada mais... Ela, num momento de bom senso, vai embora e pede para ele não a procurar mais. Claro que ele volta a procurá-la. Ele diz umas palavrinhas tocantes, ela, idiota que é, aceita. E fim... O epílogo não serviu para nada, pois ele já estava na galeria dos homens idiotas, de que toda mulher inteligente deve fugir. Não foi o caso de Gabrielle.

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