Ganhei este livro de presente de minha prima, e como não podia deixar de ser torci o bico quando li na ficha catalográfica: auto-realização, arquétipos, <b>auto-ajuda</b>. Pensei cá comigo: eu não leio auto-ajuda! Mas, como foi presente de uma pessoa que gosto muito, insisti. Não rendeu. O tempo passou, anos diga-se de passagem, quando recentemente resolvi resgatá-lo das prateleiras e encarar a leitura. E aí vem a grata surpresa: não é auto-ajuda! É um livro <b>reconfortante</b>! 0/
Num livro que fala de poder pessoal, de chacras, entremeado de pequenas e inúmeras histórias com exemplos de generosidade, gratuidade e sincronicidade, a autora me deixou quase sempre com lágrimas nos olhos e algumas vezes um nó na garganta.
Acabo de chegar à última página e já com vontade de ler de novo. Certamente transformar-se-á em um livro de cabeceira, certamente gostaria de recomendá-lo à toda gente. Mas, não o farei a nenhuma. Poucos gostarão dele, que é quase um contrassenso neste mundo contraditório e competitivo em que vivemos. Uma pena!