Depois de mais de 16 mil cópias vendidas, chega a nova edição de A Arte de Pregar, totalmente atualizada, revista e ampliada. Nela o leitor encontrará: • Uma seção inteiramente nova que trata de como alcançar o ouvinte pós-moderno, com temas como: tipos de ouvintes e de pregadores; visões de mundo do ouvinte pós-moderno; temas bíblicos para o Pós-Modernismo; comunicando a mensagem a ouvintes pós-modernos; • Capítulos ampliados e reescritos; • Bibliografia ampliada e atualizada; • Um DVD contendo o curso 7 Fatores da Pregação Relevante. Sobre o DVD: O leitor encontrará o curso 7 Fatores da Pregação Relevante. Devido à sua importância, o autor trata em destaque cada um dos fatores. São eles: 1. Contexto Atual 2. Sintonia com o Ouvinte 3. Comunicação Clara 4. Estrutura Unificada 5. Ilustrações Realistas 6. Introdução Criativa 7. Conclusão Prática Além de instrutivo, o curso é bastante dinâmico, trazendo entrevistas com diversas pessoas que compartilham sua opinião, sob o ponto de vista do ouvinte, a respeito de qual seria a melhor maneira de pregar a palavra de Deus no mundo de hoje. Saiba mais : http://www.vidanova.com.br/produtos.asp?codigo=48
A Arte de Pregar - Como alcançar o ouvinte pós-moderno
Robson Marinho
Edições (2)
Ver maispregando no mundo pós-moderno
A ARTE DE PREGAR – COMUNICAÇÃO Usei apenas a leitura de uma parte do livro porque ele ultrapassa o limite de páginas exigidas pela matéria. A parte que escolhi foi à parte da comunicação onde tenho mais dificuldade de trabalhar na pregação em si. Oratória secular e oratória sacra O autor Robson Marinho começa esta parte de seu livro abordando a oratória secular com a oratória sacra mostrando suas diferenças relevantes para nossas pregações neste século tão pós-moderno. Ele dá um panorama bíblico de como a oratória é histórica e necessária para uma boa pregação. A oratória possui três elementos básicos que são primeiro a eficiência como a característica básica moderna, também temos a retórica que é a arte de ordenar o discurso. É a capacidade de organizar as idéias e os argumentos. E em terceiro lugar vem a eloqüência que é a arte de persuadir. Como evitar o sermão sem rumo O escritor nos dá uma ótima ilustração de como um sermão sem rumo causa um transtorno nos ouvintes. Mostrando esta complicação ele nos dá características de como ter um corpo no sermão como, por exemplo:  Unidade absoluta. Tendo apenas uma idéia central na pregação.  Propósito claro. Todo sermão tem que ter um propósito.  Divisões paralelas. A idéia central deve ser dividida em partes mais compreensíveis.  Progressão. O sermão tem que ter movimento que progride em direção do clímax. Logo após suas explicações claras sobre como desenvolvermos o corpo do sermão ele nos apresenta algumas formas de esboços e exemplos dele mesmo. Como escolher um tema atraente A decisão mais difícil para um pregador é escolher sobre o que falar. Como descobrir qual o assunto que mais vai agradar ou atender às necessidades dos ouvintes. De qual ângulo o tema deve ser abordado e etc. primeiramente o autor nos mostra que devemos ter um objetivo para que pregar se é para persuadir, encorajar, confrontar, inspirar os ouvintes e tantos outros objetivos mais. Depois devemos também conhecer bem nossos ouvintes e saber de suas necessidades e que mensagem será relevante para eles. Ele aborda uma analise psicológica muito interessante que o ouvinte possui umas dificuldades como a própria dificuldade de ouvir, pois as nossas mentes se dispersão rapidamente é precisamos ter bastante energia para chamá-los a atenção. As pessoas ouvem pouco e vêem muito por isso devemos abusar de visuais e ilustrações que são fáceis de imaginar, pois agora essa geração que passa o dia todo na TV, internet e jogos, vai ter com certeza dificuldade prender a atenção em uma pessoa falando sem parar por mais de meia ora. Precisamos ser criativos. As pessoas ouvem de maneiras diferentes e com diferentes propósitos, eles têm o problema da atenção como da natureza da comunicação. Ainda temos os problemas sociológicos como, por exemplo, a idade do ouvinte seu sexo o ambiente sociocultural além de tudo os fatores espirituais de cada ouvinte. E acima de todos estes fatores devemos considerar os assuntos que nos conhecemos, e este disposto a conhecer sempre mais e mais assuntos relevantes para o momento do ministério da congregação. Sermões visíveis e invisíveis Este capítulo é enfatizado pelo autor a importância de sermões com ilustrações e histórias claras e vivas para que o ouvinte entre na mensagem e a considere na sua vida prática. Assim ele nos vai mostrando a grande importância de se ilustrar bem os textos abordados. Dá-nos também os efeitos que a ilustração causa no ouvinte como, por exemplo:  Motiva o interesse.  Confere clareza.  Confere força e beleza.  Amplia a idéia.  Confere emoção. Aborda a nos também as fontes para estas ilustrações como exemplo. 1. A observação: os fatores da vida real oferecem as ilustrações mais práticas e interessantes, por que sempre estarão relacionadas com que é comum aos ouvintes. 2. A natureza: cristo usava a videira, os lírios, as aves, a semente e muitos outros elementos da natureza. 3. A experiência pessoal: devemos sempre que possível usar exemplos próprios mais com o cuidado de não nos amostrarmos sendo o herói e nem ridicularizando alguém da família com suas experiências com eles. 4. A experiência da congregação: fatos e acidentes extraídos dos próprios ouvintes são claro com a permissão avisada anteriormente pela própria pessoa abordada. 5. A bíblia: as melhores ilustrações para o Novo Testamento estão no Antigo e vice-versa. As ilustrações devem ter características essências como serem apropriadas ao tema abordado e o entendimento do ouvinte. Também deve ser clara para não haver desentendimento do ouvinte. Ser realista e breve. Há os tipos de linguagem também que são interessantes como, por exemplo:  A figura de linguagem  Símile: que é a comparação, ou seja, dizer que uma coisa é semelhante à outra.  Metáfora: a metáfora coloca uma idéia dentro de um objeto, é um instrumento do poeta.  Sinédoque: é a figura de linguagem que usa uma parte de algo para significar o todo.  Biografias e exemplos humanos Assim o autor continua em seu próximo capítulo a abordar o estilo da pregação, como por exemplo: os expositivos que devem ter palavras claras e simples, um bom estilo de mensagem deve ter poucas palavras, que sejam também palavras vivas bem específicas e concretas, pessoais e enérgicas. Com frases curtas e diretas. Logo após essa abordagem o Robson Marinho mostra estilos e formas literárias para um bom sermão, como uma boa narração, descrição e dissertação. Mostrando também os estilos atrás do púlpito como sermões lidos, decorados e também espontâneos.
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