Romance. Mulher em solidão. Mulher em desamor. À procura da razão de ser. Do sentido da vida. Desnudamento da dor. Apologia da esperança. Romance de todos nós; romance, drama, ilusão, coisa vivida, coisa sentida. Autodescoberta. Livro para meditar.
Romance. Mulher em solidão. Mulher em desamor. À procura da razão de ser. Do sentido da vida. Desnudamento da dor. Apologia da esperança. Romance de todos nós; romance, drama, ilusão, coisa vivida, coisa sentida. Autodescoberta. Livro para meditar.

Elisa Lispector, nascida Leia Lispector, (24 de julho de 1911 — 6 de janeiro de 1989) foi uma escritora brasileira. Autora de linha introspectiva, buscava exprimir, através de seus textos, as agruras e antinomias do ser. A exemplo da irmã e também escritora Clarice Lispector, algumas de suas obras caracterizam-se pela exacerbação do momento interior e ruptura com o enredo factual, embora de forma menos acentuada. Estreou na literatura em 1945, com a publicação do romance Além da Fronteira, marco inicial de uma extensa obra pontuada por reminiscências de fugas e perseguições enfrentadas no passado e um sentimento perene de exílio. Com o livro O Muro de Pedras, um de seus trabalhos mais reconhecidos e apreciados pela crítica, auferiu os prêmios José Lins do Rego (1963) e Coelho Neto — Academia Brasileira de Letras (1964). Sua estréia como contista deu-se, entretanto, apenas em 1970, com a publicação de Sangue no Sol, ao qual sucederam Inventário (1977) e O Tigre de Bengala (1985). A última coletânea de contos foi agraciada com o prêmio Pen Clube, em 1986. Faleceu em 6 de janeiro de 1989, no Rio de Janeiro, onde fixara residência.