Analisando a afetuosa carta aos Filipenses e a carta tão pessoal a Filêmon, o Autor procura reduzir a distância que nos separa de uma cultura, uma língua e um universo religioso que se situam no mundo greco-romano dos anos 60 d.C. Embora jamais possamos ser os destinatários diretos dessas cartas, este comentário nos ajuda a descobrir como estas cartas situadas na história e no tempo podem também ser nossas contemporâneas.
