Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições2
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas1
    • Leitores69
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    A tragédia brasileira - Romance-teatro

    Sérgio Sant'Anna, Sérgio Sant'Anna

    Companhia das Letras
    2005
    160 páginas
    5h 20m
    ISBN-10: 853590686x
    Português Brasileiro
    3.9
    20 avaliações
    Leram32Lendo1Querem35Relendo0Abandonos1Resenhas1
    Favoritos2Desejados35Avaliaram20

    No "romance-teatro" A tragédia brasileira, Sérgio Santa'Anna recria o atropelamento de uma garota de doze anos sob o ponto de vista de várias testemunhas, experimentando assim as diferentes possibilidades estéticas e emocionais do episódio. Em A tragédia brasileira, publicado originalmente em 1987, a exuberância temática e o experimentalismo formal de Sérgio Sant'Anna se resolvem numa síntese brilhante. Definido pelo próprio autor como um "romance-teatro", o livro tem traços de romance, monólogo, teatro e ensaio. O centro da obra é o atropelamento de Jacira, uma menina de doze anos com a sexualidade prestes a desabrochar. O episódio é recriado do ponto de vista de várias testemunhas, entre elas o Poeta voyeur de espírito romântico e suicida e o próprio Motorista, para quem a menina se torna objeto de desejo, adoração e culpa. Ao conduzir as ramificações da história, o Autor-Diretor enfrenta seus próprios dilemas pessoais na relação com o elenco e nos percalços do processo criativo. Mais do que compor um enredo com início, meio e fim, Sant'Anna procura extrair do acidente todas as possibilidades estéticas e emocionais: "a partir dessa pequena morte, refletir tudo", diz o autor. Em um epílogo memorável, Buda e Jesus Cristo aparecem como protagonistas de uma bem-humorada reflexão filosófica e religiosa.

    Edições (2)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (1)Ver mais
    Leandro de Sá picture
    Leandro de Sá26/03/2013Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Excelente experiência literária.

    Esse foi meu primeiro contato com a obra de Sérgio Sant'anna. O grande mérito do livro é sua narrativa inventiva que se serve de gÊneros diferentes com sucesso. A maneira como o narrador conduz o leitor de maneira por pensamentos não lineares, visões de acontecimentos que se misturam dependendo da perspectiva fluem como o nosso próprio pensamento.

    1 curtida

    Estatísticas

    Avaliações

    3.9 / 20
    • 5 estrelas30%
    • 4 estrelas45%
    • 3 estrelas15%
    • 2 estrelas10%
    • 1 estrelas0%
    Sérgio Sant'Anna profile picture

    Sérgio Sant'Anna

    A obra de Sérgio Sant'Anna é notória pelo caráter experimental, abordando temas urbanos de várias formas diferentes, algumas bastante transgressivas. Seu romance mais célebre é As Confissões de Ralfo, publicado em 1975. O livro é a história de um escritor que decide escrever uma "autobiografia imaginária", narrando vários fatos extraordinários numa sucessão inverossímil. O livro satiriza vários estilos consagrados: o diário de bordo, o filme de ação, o discurso utópico e, até mesmo, no auge da ditadura militar brasileira, os relatos de tortura. Em uma das cenas mais famosas do livro, o protagonista é preso por mendicagem e posto num interrogatório em que as perguntas são do tipo que se faz na escola ("Quem descobriu o Brasil?", etc...). Dentre seus contos mais famosos incluem-se Um discurso sobre o método, Marieta e Ferdinando, A mulher-cobra, Estranhos e O vôo da madrugada. O autor já ganhou por duas vezes o prêmio Jabuti e, também por duas vezes, foi agraciado com o prêmio Status de Literatura, além de ter traduções de sua obra lançadas na Alemanha e na Itália. Faleceu vítima da pandemia de covide-19, no dia 10 de maio do ano de 2020.

    35 Livros
    22 Seguidores
    Rio de Janeiro, Brasil

    Sérgio Sant'Anna