
Elisabeth Veiga (Rio de Janeiro, 1941-2018) estreou em livro em 1972, com o volume Gosto de fábula, chamando a atenção de alguns poucos críticos. O largo intervalo entre esta coletânea de estreia e seu livro seguinte talvez ajude a explicar a obscuridade da poeta na historiografia literária do período, pois apenas vinte anos mais tarde Elisabeth Veiga retornaria com A paixão em claro (1992), esperando outros dez para publicar Sonata para pandemônio (2002). [revistamododeusar.blogspot.com]