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    Roseiral - o mundo encarnado pela seiva das rosas escarlates

    José Inácio Vieira de Melo

    Escrituras
    2010
    110 páginas
    3h 40m
    ISBN-41: ISBN_10:_8575313565_ISBN_13:9788575313565
    Português Brasileiro
    4.1
    14 avaliações
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    Roseiral Abrangendo múltiplos temas nas cinco partes em que se compõe, e recorrendo a diversas formas poéticas, Roseiral, este novo livro do poeta José Inácio Vieira de Melo, publicado pela Escrituras Editora, reafirma-lhe o vigoroso perfil. A matéria bruta deste livro aborda o universo das crueldades, das injustiças, das rédeas incômodas, impostas a todos os viventes. E para fugir desta ciranda, o poeta, com sua lira inquieta, na brasa do seu sentimento, louva a Nero e vai botando fogo no mundo, este mundo que começa no sertão e termina nas galáxias. Quinto livro de poemas de José Inácio, Roseiral é composto por 42 poemas inéditos divididos em cinco capítulos. Conta ainda com ilustrações requintadas do artista plástico carioca Daniel Biléu e com o ensaio “O poeta que monta o Sertão é o mesmo que pisa na Lua”, de Eliana Mara Chiossi, escritora paulista radicada na Bahia. Em seu texto, Eliana Mara atenta para a mudança de tom deste novo trabalho em relação aos livros anteriores: “Posto que decide dar um salto, José Inácio mostra a coragem de assumir outra dicção. Ao buscar outra perspectiva, corre riscos e em vários pontos do livro, surpreende a força de rompimento”. A contracapa traz texto de Myriam Fraga, que assim definiu a poesia de Roseiral: “O que mais espanta em José Inácio é a extrema vitalidade de sua poesia. Uma poesia telúrica e carnal. Visceralmente ligada ao cotidiano, transfigurada pelo mistério que parece emergir das coisas mais simples. Uma poesia que nasce no sertão e se abre para o mundo”. Outras duas grandes poetas brasileiras aparecem no Roseiral: a baiana Maria da Conceição Paranhos e a amazonense Astrid Cabral. A primeira, com um belíssimo soneto dedicado ao autor. Astrid, com o texto das orelhas. Roseiral – O mundo encarnado pela seiva das rosas escarlates – é, sem dúvida, uma obra que inaugura um novo momento na poética de José Inácio Vieira de Melo. Sobre o autor: José Inácio Vieira de Melo (1968), alagoano radicado na Bahia, é poeta e jornalista. Publicou os livros Códigos do silêncio (2000), Decifração de abismos (2002), A terceira romaria (2005) e A infância do Centauro (2007). Organizou Concerto lírico a quinze vozes – Uma coletânea de novos poetas da Bahia (2004) e a agenda Brasil Retratos Poéticos 2010 (2009). Participa das antologias Voix croisées: Brésil-France (2006) e Roteiro da poesia brasileira – Anos 2000 (2009). Coordenador e curador de vários eventos literários, como o Porto da Poesia, na VII Bienal do Livro da Bahia (2005), a Praça de Cordel e Poesia, na 9ª Bienal do Livro da Bahia (2009) e o projeto Poesia na Boca da Noite (2004 a 2007). Edita o blog Cavaleiro de Fogo (www.jivmcavaleirodefogo.blogspot.com). informações do site: http://www.escrituras.com.br/livro.php?isbn=9788575313565

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    Jhone Sagas picture
    Jhone Sagas19/02/2016Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    [Resenha] Roseiral: O Mundo Encarnado pela Seiva das Rosas Escarlates - José Inácio Vieira de Melo

    [Resenha] Roseiral: O Mundo Encarnado pela Seiva das Rosas Escarlates - José Inácio Vieira de Melo 02.11.2015 | Jhone Amaral "Roseiral: O Mundo Encarnado pela Seiva das Rosas Escarlates" é um livro de poesias do escritor José Inácio Vieira de Melo. A intensa poesia do autor é cheia de energia e desejo carnal. O prazer da carne, a revigorante necessidade de possuir e tocar a pele. José Inácio utiliza o cotidiano de forma grandiosa, preenchendo tudo com um mistério e significado. O mundo material e espiritual está o tempo todo interligado nas palavras. Seja quando o autor fala da pedra como um objeto e representação de uma ação, quando fala da rosa como flor e ao mesmo tempo representando a mulher. Além do toque reflexivo nos versos e a religiosidade conectada em outros. [Continua no blog CultVerso]

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    José Inácio Vieira de Melo

    José Inácio Vieira de Melo nasceu no povoado de Olho d’Água do Pai Mané, no município de Dois Riachos, Alagoas. Está radicado no estado da Bahia desde 1988. É poeta, jornalista e produtor cultural. Tem cinco livros de poemas publicados: Códigos do silêncio (Letras da Bahia, Salvador, 2000), Decifração de abismos (Aboio Livre Edições, Salvador, 2002), A terceira romaria (Aboio Livre Edições, Salvador, 2005; Anome Livros, Belo Horizonte, 2011, 2ª edição), A infância do Centauro (Escrituras Editora, São Paulo, 2007), Roseiral (Escrituras Editora, São Paulo, 2010) e a antologia “50 poemas escolhidos pelo autor” (Edições Galo Branco, Rio de Janeiro, 2011). Publicou também o livrete Luzeiro (Aboio Livre Edições, Salvador, 2003) e o CD de poemas A casa dos meus quarenta anos (Aboio Livre Edições, Salvador, 2008). Organizou Concerto lírico a quinze vozes – Uma coletânea de novos poetas da Bahia (Aboio Livre Edições, Salvador, 2004), a agenda Retratos Poéticos do Brasil 2010 (Escrituras Editora, São Paulo, 2009) e a coletânea Sangue Novo – 21 poetas baianos do século XXI (Escrituras Editora, São Paulo, 2011). Participa das antologias Pórtico Antologia Poética I (Pórtico Edições, Salvador, 2003), Sete Cantares de Amigos (Edições Arpoador, Salvador, 2003), Voix croisées: Brésil-France (Autre Sud, Marselha, 2006), Roteiro da poesia brasileira – Anos 2000 (Global, São Paulo, 2009) e Poesia Brasileira em Paris (Editora Carpe Diem, Recife, 2011). Coordenador e curador de vários eventos literários, como o Porto da Poesia, na VII Bienal do Livro da Bahia (2005) e a Praça de Cordel e Poesia, na 9ª e na 10ª Bienal do Livro da Bahia (2009, 2011), assim como dos projetos A Voz do Poeta (2001) e Poesia na Boca da Noite (2004 a 2007), ambos em Salvador. Foi co-editor da revista de arte, crítica e literatura Iararana, de 2004 a 2008. Sua poesia tem sido publicada em vários jornais, revistas, sites e blogs do Brasil e do exterior. Tem poemas traduzidos para os seguintes idiomas: espanhol, francês, italiano, inglês e finlandês.

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    Alagoas, Brasil

    José Inácio Vieira de Melo