A morte do presidente leva o escrivão sui generis, leitor de célebres doutores da Igreja, a interrogar seu médico particular, a viúva,o garçom e certa mocinha encantadora. Uma benzedeira de beira de rio, inconformada com a cólera de Jesus Cristo no episódio da figueira, defende o direito de as mulheres abortarem quando bem quiserem. Família rica e influente negocia a liberdade da filha rebelde, traindo seu melhor amigo, quase namorado. Originais de Machado de Assis são recusados por editor brasileiro. Freud, ao 83 anos, revisa todas as suas teorias depois de ouvir as queixas de sua ultima cliente. O assassinato do presidente é uma nova coletânea de histórias temperadas por sensualidades singulares, fantasia e refinado humor. Transpostos para a televisão, levados ao teatro e ao cinema, premiados inumeras vezes, os livros de Deonísio da Silva têm sido reconhecidos como obra de "um escritor original e surpreendente , servido por uma capacidade rara de inventar e desenvolver histórias", "estilo inconfundóivel" e "maturidade técnica".
