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    As Cartas Ácidas da Campanha de Lula de 1998 -

    Bernardo Kucinski

    Ateliê Editorial
    2000
    255 páginas
    8h 30m
    ISBN-10: 8574800112
    Português Brasileiro
    2.8
    4 avaliações
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    Favoritos0Desejados6Avaliaram4

    Compilação dos e-mails que o jornalista Bernardo Kucinski, assessor de imprensa de Lula em 98, enviava diariamente para o candidato comentando as notícias dos jornais e TV, e indicando os caminhos a serem tomados pela campanha.

    Resenhas (1)Ver mais
    Daniel de Oliveira Ferreira picture
    Daniel de Oliveira Ferreira21/08/2010Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Decepcionante

    Esperava bem mais deste livro!!! O autor simplesmente transcreveu os emails que mandava diariamente para o Lula, antecipando críticas a serem feitas ao governo FHC, perguntas indesejadas a serem respondidas e tentativas de corrigir o rumo da cobertura jornalistíca dada aos fatos e eventos da campanha de Lula. Neste ponto, a manipulação da mídia, nota-se que o que vemos hoje iniciou-se bem antes mas antes eles (os grandes jornais e redes de televisão) eram um pouco mais discretos, talvez porque já sabiam que Lula perdiria. Hoje, eles estão bem mais agressivos e, em alguns casos, como a Folha de São Paulo, não estão preocupados com o amanhã, como encarar seus leitores depois de tanta manipulação. O livro trás poucas notas sendo que tal fato dificulta a lembrança da campanha presidencial de 98, ainda mais que eu estou lendo este livro com mais de 10 anos de atraso, pois o mesmo foi lançado em 2000. De qualquer forma, não dá para ficar sabendo se as recomendações feitas nas "cartas ácidas" foram efetivamente implementadas ou não. No final das contas, para mim ficou a impressão de que as cartas nem eram assim tão ácidas!! Eu, se fosse você, não gastaria tempo e dinheiro com este livro!!

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    2.8 / 4
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    Bernardo Kucinski profile picture

    Bernardo Kucinski

    Bernardo Kucinski (São Paulo, 1937) é um jornalista, escritor e cientista político brasileiro. É colaborador do Partido dos Trabalhadores e professor da Universidade de São Paulo, onde ministra a cátedra de jornalismo internacional, entre outras. Trabalhou como assessor da Presidência da República durante o primeiro mandato de Luís Inácio Lula da Silva. Possui graduação em física pela Universidade de São Paulo (1968). Militante estudantil durante o regime militar, foi preso e exilado. Retornou e entrou para os quadros da USP na Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo em 1986. Em 1991, obteve grau de doutor em Ciências da Comunicação pela USP com tese sobre a imprensa alternativa no Brasil entre 1964 e 1980. Ganhou o Prêmio Jabuti de Literatura em 1997. No período de fevereiro de 2003 a junho de 2006 foi Assessor Especial da Secretaria de Comunicação Social (SECOM), da Presidência da República. Aposentou-se como professor titular da Universidade de São Paulo, junto à Escola de Comunicações e Artes – Departamento de Jornalismo e Editoração.[1][2][3] Devido ao regime militar que havia se instalado no país, mudou-se para a Inglaterra após participar do mapeamento da tortura no Brasil, em duas reportagens publicadas na Veja. Em Londres, entre 1971 e 1974, foi produtor e locutor da BBC, correspondente de Opinião e depois da Gazeta Mercantil, dedicando-se ao aprofundamento de sua formação em economia. De volta ao Brasil em 1974, participou da fundação dos jornais alternativos Movimento e Em Tempo (do qual foi o primeiro editor, em 1977). A partir de então, trabalhou como editor de commodities da Gazeta Mercantil e foi correspondente do jornal The Guardian, da revista Euromoney, e do boletim Latin America Political Report, todos periódicos londrinos, e de Lagniappe Letter, newsletter novaiorquina, além de produzir cadernos especiais para a revista Exame. Também participou da revista Ciência Hoje, da SBPC (Sociedade Brasileira Para o Progresso da Ciência).[2][3] Em 1986 entrou para os quadros da USP, como professor da Escola de Comunicações e Artes. Em 1991, apresentou sua tese de doutoramento, Jornalistas Revolucionários – Nos tempos da imprensa alternativa, um estudo mapeando cerca de 150 periódicos surgidos entre 1964 e 1980. Em 1997 ganhou o Prêmio Jabuti de Literatura com o livro Jornalismo Econômico (1996), resultado de sua tese de livre-docência e do pós-doutorado realizado em Londres. As Cartas Ácidas eram pequenos relatórios diários a partir da leitura crítica da mídia e enviadas para o candidato à Presidência da República em 1998, Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2002, com a vitória do candidato do PT, se torna assessor especial da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, cargo que deixou em 2006. Sua estreia na ficção, com o livro K. - Relato de uma Busca, possibilitou-lhe chegar como finalista dos prêmios São Paulo de Literatura e Portugal Telecom de 2012.

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    São Paulo, Brasil

    Bernardo Kucinski