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    Esfinge - Estrutura e Símbolo do Homem

    Pierre Weil

    Itatiaia
    1977
    208 páginas
    6h 56m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
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    Que é o homem? De onde vem? Para onde vai? Desde milênios tais perguntas inquietam o pensamento humano. E esta inquietação se projeta no mundo exterior: na arte, nas religiões, no amor. Uma destas projeções, a talvez mais enigmática (para usar de um jogo de palavras) é justamente a esfinge. Que está por detrás das esfinges? "Estrutura e símbolo do mundo" - como sugere em subtítulo o cientista e psicólogo autor deste volume, Esfinge, que ora apresentamos ao público? O que quer que seja, a esfinge continua a nos propor não paenas o enigma famoso, mas muitos outros mais, de que Pierre Weil nos fala aqui com sabedoria, erudição e arte de comunicar, em que é mestre renomado.

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    Pierre Weil profile picture

    Pierre Weil

    <p>Nascido em 16 de abril de 1924, em Strasbourg, teve contato, desde a sua infância com conflitos religiosos em sua família, constituída de três religiões, como também conflitos e guerras entre a França e Alemanha por causa do fato de ser ele alsaciano. Esses conflitos contribuíram para que Pierre Weil se tornasse um amante da Paz.</p> <p>Em sua autobiografia publicada no Brasil sob o título de "A Revolução Silenciosa", ele nos conta como ele progressivamente se dedicou à Paz e, mais especificamente, à Educação para a Paz. Aos oito anos de idade ele se diverte com primos, ao criar a associação católica dos judeus protestantes. Aos quatorze anos ele escreve, no seu diário: "Minha pátria é principalmente a Terra". Com a mesma idade, em plena guerra mundial, ele propõe a "ideia de eliminar as fronteiras, de criar a Europa com uma moeda única; os adultos a quem ele se dirige recebem suas idéias com um ceticismo divertido. Por ocasião da derrota, ele organiza um centro de recepção com cantina, para os refugiados.</p> <p>Sua consciência de jovem francês, leva-o, aos 17 anos, a se engajar na "maquis", para dar a sua contribuição à expulsão do nazismo. Convidado a escolher uma das metralhadoras que lhe foram oferecidas, de toda a sua alma ele refuta a ideia de matar, recusa-se a se armar, e propõe a sua participação com enfermeiro. Ele descobre, assim, sua natureza não violenta, antes mesmo de ter tido contato com Ghandi. Certo dia, enquanto os seus companheiros preparavam-se para explodir uma ponte ferroviária, ao passear sobre os trilhos, ele se imagina como organizador de uma escola futura dotada de todos os métodos modernos de educação, a serviço da Paz.</p> <p>A partir dessa época, pode-se afirmar que o destino, para não dizer a missão de Pierre Weil, fica delineada de uma forma clara e precisa.</p>

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    Alsácia, França

    Pierre Weil