Hoje, mais uma vez, estarei resenhando um livro nacional.
Como vocês devem ter reparado acima, o livro foi escrito a 4 mãos, o que pra mim é novidade, pois ate o momento só conhecia livros de 2 autores.
O que foi uma surpresa, também foi um receio. Fiquei com medo da história ter cortes bruscos ou diferenças de narração muito visíveis, e o pior, será que esse seria um livro com começo meio e fim?
A história não mostra nem um tipo de indício de que foi feita por 4 pessoas, pelo contrario, parece que uma pessoa escreveu tudo aquilo, o que já é uma vantagem, mas confesso que no início da história fiquei bem confusa e sem motivação para continuar a leitura, mas logo as coisas melhorara.
Mas, vamos a história do livro.
No ano de 1630, um homem não humano, dia após dia, narra uma história antiga e aparentemente sensacionalista para o pintor Nicolas Poussin.
Apesar de Nicolas estar encantado pelo tal homem mistérioso, também o teme e, em grande parte, acha os fatos de sua narrativa completamente exagerados e as vezes desrespeitosos com a Igreja Católica.
3 personagens, diversos cenários: o ‘surgimento’ de um templário, um vampiro e um anjo em busca da mesma coisa.
Mais uma vez voltamos aos grandes tesouros dos Templários e suas relíquias sagradas.
Qual relíquia eles tanto buscam campaz de fazer ‘homens de Deus” se aliarem aos seguidores de Alá ou as Sibilas Rubras? E o que esses 3 personagens tem a ver com o pintor Nicolas Poussin?
Ação, emoção e contextos históricos (nem sempre reais) estarão presentes nessa leitura do começo ao fim, com muuuita dose de imaginação.
Uma das coisas que mais admirei no livro, foi que apesar da história se passar no ano de 1630, os autores usaram uma linguagem atual, não a da epóca, como alguns escritores costumam fazer.
Um ponto negativo é que como disso acima, se fosse pelo começo da história, o livro não teria me chamado minha atenção, achei algumas partes muito confusas.
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http://www.psychobooks.com.br/2010/11/resenha-triade.html