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    Compaixão - O Florescimento Supremo do Amor -

    Osho

    Cultrix
    2006
    216 páginas
    7h 12m
    ISBN-13: 9788531609626
    Português Brasileiro
    4.1
    23 avaliações
    Leram44Lendo9Querem62Relendo0Abandonos0Resenhas2
    Favoritos4Desejados62Avaliaram23

    Compaixão é uma palavra que tem sido usada para descrever um amplo leque de comportamentos e atitudes humanas, desde a solidariedade e o perdão até a misericórdia e a bondade. Neste volume da série "Dicas para uma Nova Maneira de Viver", Osho examina a natureza da compaixão de um ponto de vista absolutamente original. Ele enfatiza que a "paixão" está na raiz da palavra "compaixão", e prossegue descrevendo a compaixão de maneiras que desafiam todo o nosso entendimento do que ela seja. Muitos supostos atos de compaixão, ele diz, são motivados pelo desejo egoísta de exaltar o próprio ego ou de obter reconhecimento. Outros são praticados não porque você sinta um desejo sincero de ajudar os outros, mas porque gostaria de receber o mesmo em troca. Ilustrando as suas idéias com histórias da vida de Jesus, de Buda e do universo Zen, Osho mostra que o caminho para a verdadeira compaixão começa no coração e com o sentimento de amor e aceitação por si mesmo.

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    Kirk Douglas picture
    Kirk Douglas24/10/2021Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Fundamental

    Como de costume as obras de Osho te deixam inquietos e isto é muito bom, pois nos levam a refletir sobre nossa própria existência. Depois de livros como este não somos mais os mesmos e de alguma forma um novo ser surge. . Ah! Osho como sempre é debochado e até polêmico. Ressalto estes trechos: “Observe dois enamorados. Enquanto eles não se acomodaram, enquanto o romance ainda está vivo, a lua de mel ainda não acabou, você verá duas pessoas vibrantes prontas para desbravar o desconhecido. Depois observe um casal casado, marido e mulher e você verá duas coisas mortas, duas sepulturas lado a lado, um ajudando o outro a continuar morto, um forçando o outro a continuar morto. Este é o conflito constante do casamento...” . “Fomos todos criados de tal maneira que todo mundo se tornou idealista, ninguém é realista...” . “Paixão significa um estado de febre biológica. Ela é quente, você fica quase possuído por energias biológicas inconscientes, não é mais senhor de si mesmo, é só um escravo. . Compaixão significa que você transcendeu a biologia, que você transcendeu a fisiologia, você não é mais um escravo, você se tornou um mestre, agora você vive conscientemente, não é mais dirigido, puxado para lá e para cá por forças inconscientes, você pode decidir o que quer fazer com as suas energias, você é totalmente livre, portanto, a mesma energia que se torna paixão é transformada em compaixão. . Paixão é luxúria, compaixão é amor. Paixão é desejo, compaixão é ausência de desejo, paixão é ganância, compaixão é compartilhar, a paixão quer usar o outro como um meio, respeita o outro como um fim em si mesmo, a paixão mantém você preso à terra, ao lodo e você nunca se torna um lotus, a compaixão faz de você um lotus, você começa a se elevar acima do mundo lodoso dos desejos, da ganância...”

    4 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.1 / 23
    • 5 estrelas61%
    • 4 estrelas17%
    • 3 estrelas9%
    • 2 estrelas4%
    • 1 estrelas9%
    Rajneesh Chandra Mohan Jain profile picture

    Rajneesh Chandra Mohan Jain

    Rajneesh Chandra Mohan Jain (रजनीश चन्द्र मोहन जैन) (Índia, 11 de Dezembro de 1931 - 19 de Janeiro de 1990) foi o fundador de um movimento filosófico-religioso, primeiro na sua terra natal e mais tarde nos Estados Unidos da América. Durante a década de 1970 foi conhecido pelo nome de Bhagwan Shree Rajneesh e mais tarde como Osho. Embora Rajneesh nunca tenha escrito nenhum livro, muitos foram publicados por transcrições de seus discursos e palestras, livros que até hoje fazem muito sucesso em muitos países, inclusive o Brasil, país que possui um pequeno mas muito ativo grupo de discípulos e simpatizantes, espalhados em muitos dos grandes centros e em algumas comunidades mais afastadas. Muitos desses discípulos exercem algum tipo de atividade terapêutica alternativa e divulgam suas principais meditações, como a chamada meditação dinâmica. Alguns técnicos dizem tratar-se de um exercício aeróbico que promove embriaguez por hiperventilação. Outros, com experiência pessoal nessa técnica, dizem que a hiperventilação não causa embriaguês, mas muita disposição física durante todo o dia; não é aconselhável deitar ou sentar-se após esta técnica, mas cuidar das atividades da vida. Seus discípulos (Sannyasins) o apresentam como um grande contestador e libertador. Seu ensinamento, sem dúvida, enfatizava bastante a busca de liberdade pessoal e apresentava uma atitude mordaz em relação à tradição e à autoridade estabelecida. Entretanto, isso não é apresentado como uma rebeldia sem causa, mas como um transbordamento possível, vindo da meditação. É uma figura extremamente polêmica. Em boa parte, porque ele próprio raramente procurava apaziguar ou evitar conflitos. Ele nunca foi um moralista, enfatizando sempre a consciência individual e a responsabilidade de cada um por si mesmo. As pessoas que o ouviam, gostavam muito do que ele contestava com consciência, mas não assimilavam. Membros do seu grupo foram acusados de, deliberadamente, causar uma intoxicação com salmonela na comunidade de Condado de Wasco (no Oregon), na seqüência de alegadas tentativas para obter vantagens nas eleições do condado. Os seus discípulos garantem que ele teria morrido por envenenamento de tálio radioativo, provocado na altura em que esteve preso, durante trinta dias, nos Estados Unidos, em 1985. Alguns órgãos da imprensa chegam a divulgar que Osho teria morrido de Aids. Nos EUA, respondeu por 35 acusações e foi condenado a dez anos de prisão com sursis. Foi expulso também da Grécia, foi rechaçado da Alemanha e da Espanha e só conseguiu entrar na Irlanda porque seu piloto alegou ter um doente a bordo. Sua secretária Sheela Birustiel-Silvermann (Ma Anad Sheela) foi extraditada da Alemanha, onde estava no cárcere em Bühl e foi condenada pelo tribunal federal de Portland (Oregon), em 1986, a quatro anos e meio de prisão por fraude e envenenamento alimentar.

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    Madhya Pradesh, Índia

    Rajneesh Chandra Mohan Jain