Reconhecer estratégias de manutenção de estruturas ou ordens é fundamental para a desemiotização dos lugares fixos na cultura. Subverter essas ordens parece ser imperativo, nas sociedades de hoje, porque novos modelos de relações entre os sujeitos estão sendo redimencionados, resultados de lutas, de questionamentos, de desestabilização de alicerces antes vistos como imutáveis. Nessa organização, os lugares dos homens, das mulheres, dos heterossexuais, dos gays, das lésbicas, dos travestis, da cultura patriarcal e falocêntrica, do corpo, da homoeroicidade, do desejo reprimido e liberto são pontos em discussão com o objetivo de ser possível a visualização de uma plataforma de interpretação do humano.
