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    O Estado Mínimo -

    Guy Sorman

    Instituto Liberal
    1988
    119 páginas
    3h 58m
    ISBN-10: 8585054077
    Português Brasileiro
    4.2
    9 avaliações
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    Favoritos3Desejados37Avaliaram9

    Liberalismo não significa antiestatismo, mas um projeto positivo, segundo o qual o Estado voltaria a encontrar a sua responsabilidade fundamental: a manutenção da ordem e do Direito. Longe de ser um Estado no qual impere a lei da selva, o Estado Mínimo é a única possiblidade de reconciliação com o crescimento. Um país liberal não apenas exige a alternância de homens no poder, como supõe também a mudança de sitema político. Este é o objetivo da Carta dos liberais aqui proposta, e que se baseia em dois simples princípios: a segurança econômica e a liberdade de escolha. "O Estado Mínimo", um livro para um Brasil que se asfixia por indecisão de uns e teimosia de outros, e no qual um número cada vez maior de pessoas aponta como principal culpado o super-estado burocrático e onipotente,

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    Raul Maciel picture
    Raul Maciel01/09/2010Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    O Estado Mínimo

    Já no "Prefácio à Edição Brasileira", o autor deixa claro que como o livro foi "inicialmente publicado na França, cabe a cada um adaptá-lo à sua própria cultura". E a única coisa direcionada realmente ao Brasil acaba sendo esse prefácio feito para essa edição. Enfatizando a origem francesa do liberalismo durante boa parte do livro, Guy Sorman tenta mostrar não só como o liberalismo pode ser aplicado, mas também como é a melhor, senão a única restante, alternativa. Durante o livro ele usa muito os Estados Unidos como exemplo de eficiência do liberalismo e, sempre, insistindo na origem francesa do liberalismo (mas o próprio autor acaba reconhecendo que, a época em que foi escrito, a França pouco tinha de liberalismo, em sua definição clássica). Porém não é possível mensurar o quanto do sucesso dos Estados Unidos e de outras potências é devido à prática liberal, mas, ignorando isso, o autor insiste na possibilidade de que o liberalismo, e não forma alguma de economia planejada, pode levar outras nações ao caminho desse mesmo sucesso estadunidense.

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    Guy Sorman profile picture

    Guy Sorman

    É um professor francês, colunista, escritor e intelectual nas áreas de economia e filosofia. Ele já escreveu mais de 20 livros que promovem os ideais de criatividade e do capitalismo moderno. Suas opiniões são mais próximas do liberalismo clássico . Suas idéias sobre energia renovável e ambientalismo, como expresso em seu livro "le Progrès et ses ennemis" , são particularmente controversas. Ele é assertivo em relação aos direitos humanos na China e no que diz respeito à democracia, em muitos lugares, incluindo a Turquia, Egito, Irã, Chile, Polônia e Argentina. Sorman foi o fundador de uma ONG francesa, Ação contra a Fome (ACF) , em 1979 e foi seu presidente até 1990, quando tornou-se seu presidente honorário. Ele é o assessor global do presidente sul-coreano. Ele é um colunista regular do jornal Le Figaro , na França, o Wall Street Journal e Jornal da Cidade (colaborador), nos Estados Unidos, Dong A na Coréia, Fakt na Polônia, La Nación, na Argentina, e de outras publicações estrangeiras. Sorman ensinou economia do Instituto de Ciências Políticas de Paris 1970-2000 e em universidades estrangeiras. Em 1985, foi professor visitante na Universidade de Stanford, Hoover Institution. Ele também ocupou vários cargos públicos, incluindo assessor do primeiro-ministro da França (1995-1997), membro da Comissão Nacional de Direitos Humanos e vice-prefeito de Bolonha (desde 1995), perto de Paris, e recentemente como presidente do Conselho Econômico e social da "Grande Oeste de Paris".

    9 Livros
    4 Seguidores
    Île-de-France, França

    Guy Sorman