Ousado, irreverente, aplicado, disciplinado, Carbonera é um intelectual de coragem, um discípulo de quem o mestre pode orgulhar-se. Coube a ex-alunos de Guilhermino César, que fomos Flávio Loureiro Chaves e eu, discernir entre os que vinham seguindo nossos passos aqueles com quem tínhamos afinidades eletivas, para usar a maravilhosa expressão de Goethe (...) (in: contracapa do livro, Deonísio da Silva)
