Emily Martin examina os processos culturais que conformam as concepções das mulheres sobre seus corpos. Ela sustenta que os discursos acerca do corpo feminino - hormônios, útero, menstruação - são a um só tempo replicações e reapropriações por parte das mulheres de objetos construídos pelo saber médico, este último veículo de metáforas sociais e não de simples descrições médicas.
