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    L'amant bilingue -

    Juan Marsé

    10/18
    1999
    245 páginas
    8h 10m
    ISBN-10: 2264025956
    5
    1 avaliação
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    Histoire d'un amour fou, trompé mais aussi loufoque et dérisoire, L'amant bilingue nous fournit un instantané pertinent, sous forme de comédie douce-amère, de la Barcelone de l'enfance et de l'adolescence de l'auteur à travers la difficile reconquête par son héros Joan Marés - de l'épouse qui l'a abandonné, la "bellissime" Norma Valentí. Ce superbe délire romanesque est avant tout un moment de lecture éblouissant et jubilatoire. Juan Marsé est né à Barcelone en 1933, dans le quartier d'artisans et de maraîchers de Guinardo. En 1958, il a reçu le prix Sésame pour une nouvelle - Nada para mori - et c'est en 1961 qu'il publie son premier roman. Il s'exile alors à Paris où il travaille à l'Institut Pasteur, tout en traduisant des scénarios de films. De retour en Espagne, il publie régulièrement romans et nouvelles qui lui valent différents prix littéraires. Tous ses écrits sont imprégnés de la présence lancinante de Barcelone, mais de la Barcelone des années quarante ou cinquante. Je parle d'un quartier qui n'existe que dans ma tête, dit l'écrivain. Ce que l'écrivain raconte, c'est surtout la Barcelone d'une enfance et d'une adolescence qui constituent en fait sa principale source d'inspiration.

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    Juan Faneca Roca profile picture

    Juan Faneca Roca

    Juan Faneca Roca conhecido como Juan Marsé (8 de Janeiro de 1933, Barcelona, Espanha) é um premiado escritor espanhol. Aos 25 anos, começou a escrever regularmente nas revistas Ínsula e El Ciervo. Ainda nesse ano terminou o seu primeiro romance Encerrados com un solo juguete, no qual já vinha a trabalhar desde os 22 anos, quando cumpriu serviço militar em Ceuta. Concorreu com esta obra a um prémio do qual foi finalista, o que lhe valeu a publicação do romance. Uma amiga incentivou-o a continuar a escrever e em 1959 convenceu-o a enviar um conto, Nada para morir, para o Prémio Sésamo, que viria a ganhar. No ano seguinte, Juan Marsé deixou a joalharia e foi viver para Paris, em França, onde arranjou emprego num laboratório no Instituto Pasteur. Paralelamente, começou a traduzir argumentos de filmes e a dar aulas de espanhol. Regressou a Espanha em 1962, ano em que publicou Esta cara de la luna. De novo a viver em Barcelona, iniciou a sua ligação ao Partido Comunista Espanhol. Três anos mais tarde, ganhou o Prémio Biblioteca Breve com o romance Últimas tardes com Teresa. Teresa foi uma das suas alunas de espanhol em Paris e era filha de um pianista famoso. Juan Marsé, entretanto, passou a escrever publicidade, textos para capas de livros e diálogos para argumentos cinematográficos. Em 1970 foi nomeado redactor-chefe da revista Bocaccio. Prosseguiu a carreira de escritor com La oscura historia de la prima Montse e Si te dicen que cai, para a qual se inspirou na sua infância. No entanto, esta última obra foi censurada em Espanha e Marsé foi obrigado a editá-la no México, onde viria a receber o Prémio Internacional de Romance. A partir de 1974 passou a colaborar na revista Por Favor, para a qual elaborava retratos literários de personalidades da actualidade, desde actores a políticos e até figuras da alta sociedade. Entre 1975 e 1978 escreveu alguns textos para cinema apenas para ganhar dinheiro. Neste último ano ganhou o Prémio Planeta, um dos mais conceituados de Espanha, com a obra La muchacha de las bragas de oro. A partir desta altura passou a ser um autor com muito sucesso junto do público. Seguiu-se em 1982 Um dia volveré e em 1984 Ronda del Guinatrdó, ambas com Barcelona como cenário. Dois anos depois publicou um novo livro, desta vez de contos, intitulado Teniente Bravo. Em 1990, com El amante bilingue (O Amante Bilingue), ganhou o prémio Ateneo de Sevilha. Três anos mais tarde lançou El embrujo de Shangai (O Feitiço de Xangai), que venceu o Prémio da Crítica, em Espanha, e o Aristeión, atribuído pela União Europeia. Ambas as obras estão editadas em Portugal. Em 1997, Juan Marsé foi distinguido com o Prémio Juan Rulfo da Literatura Latino-Americana e do Caribe, o mais conceituado da América Latina. Em 2000 regressou aos lançamentos com Rabos de Lagartija (Rabos de Lagartixa), também editado em Portugal.

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    Juan Faneca Roca