“História da Igreja Cristã: pontos salientes que não podemos esquecer” é uma obra que trata dos principais fatos e características que seguiram o Cristianismo, desde a sua origem a situação atual. A análise tratada neste livro tem um caráter cristão protestante e coloca a visão evangélica sobre os momentos históricos relevantes ao cristianismo pelo Dr. em Divindade, Abraaão de Almeida.A obra é divida em duas partes: o romanismo, e a reforma e contrarreforma.
Primeiramente o autor explana o surgimento da Igreja Católica Apostólica Romana e toda a sua trajetória até a reforma protestante. Os assuntos tratados são os mais diversos, como por exemplo, a origem da tradição de adoração a Maria, mãe de Jesus Cristo; a identificação de Pedro como Papa e a evolução dessa autoridade pelos anos; a cristianização de mitos e a introdução das teorias que validam o purgatório e as indulgências. Exatamente os principais pontos em que o Protestantismo difere do Cristianismo Católico Apostólico Romano. Tornando claro o objetivo do autor em explicar a razão dessas diferenças, apelando para evidências históricas como motivos de rejeição a tais práticas.
Posteriormente na segunda parte da obra, Abraão de Almeida exibe o período de decadência da Igreja Cristã Romana e a ascensão do Protestantismo. É explicada toda a inconformação de Martinho Lutero com a Igreja naquele período e a divulgação de suas teses. Fala-se também dos movimentos reformadores da Igreja em toda a Europa, o seu desenvolvimento e os seus diversos reformadores, como por exemplo, Calvino na Suíça.
Logo após é tratada a estratégia da Igreja Cristã Romana em combate ao avanço dos cristãos protestantes. Relata-se o tenebroso martírio e os diversos massacres promovidos pela mesma Igreja para impedir o principal ameaçador do seu domínio, a religião Cristã Protestante. O autor dedica várias páginas do seu escrito aos mártires e as crueldades realizadas para intimá-los.
No final do livro, o autor fornece dados históricos da trajetória das igrejas protestantes que permaneceram após a contrarreforma e a situação de cada uma delas atualmente.