Técnicas de Grupo -

    Gerald Corey, Marianne Schneider Corey, Patrick J. Callanan, J. Michael Russel

    Zahar
    1983
    254 páginas
    8h 28m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    Nosso pressuposto básico neste livro é que as técnicas nunca são o ponto principal do trabalho de grupo. Esse pressuposto tem muitas implicações. Coloca o foco nos membros e no líder e no que se passa entre eles. O que quer que obscureça essas relações, a nosso ver, não é facilitador. Assim, as técnicas são meios e não fins; não devem ser escondidas e nem impostas ao cliente; devem ser usadas para aumentar o conhecimento e a consciência. Estão fundamentalmente a serviço do cliente e não do terapeuta.

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    Golbery Capistrano17/10/2010Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Técnica (e não a Teoria) do Grupo

    "Técnicas de Grupo" é um livro de 1982. É, portanto, antigo. No entanto é um texto com uma construção muito atual. Trata especificamente de psicoterapia de grupo. Aqui a técnica não é um fim, mas apenas um meio. Além de comentar a preparação e seleção dos membros, ele caracteriza os estágios inicial ou de transição, de trabalho e final exemplificando algumas técnicas que poderiam ser utilizadas. Na leitura eu me senti mais a vontade para criar as minhas técnicas no calor do momento e a inventar maneiras novas para avaliar grupos. O livro me ajudou a rever o modo como facilito e como lido com o co-facilitador. Devo dizer que o livro não trata de teoria e nem se destina a isso. Os autores são muito claros quando dizem que os facilitadores "devem fundamentar as técnicas em suas teorias sobre o trabalho de grupo e naquilo que se tenham disposto a investigar em si mesmos" (p. 244).

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