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    Um Monarca da Fuzarca - Três versões para um escândalo na corte

    Artur Azevedo, José do Patrocínio, Raul Pompeia

    Relume/ Dumará
    1993
    166 páginas
    5h 32m
    ISBN-10: 8585427191
    Português Brasileiro
    4.5
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    Um escândalo na Corte: roubaram as jóias da Coroa! E, pior, nas investigações as autoridades pularam por cima da lei, favorecendo os criminosos - o que provocou um falatório mais do que malévolo sobre a vida íntima de Pedro II, casos que faziam dele um furioso da libido e arranhavam a imagem de rei sábio que ele cultivava e que ainda persiste. Tudo isso, é claro, fez as delícias dos oposicionistas e ainda trouxe grande mal-estar aos monarquistas. Este livro conta o caso. Conta através da imprensa da época: as notícias, comentários e, principalmente, os deliciosos folhetins ali publicados - hoje praticamente desconhecidos - em que Raul Pompéia, Artur Azevedo e José do Patrocínio dão suas versões, condimentadas pela originalidade e o talento de cada um deles. (Organização de Sergio Goes de Paula)

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    Artur Nabantino Gonçalves de Azevedo profile picture

    Artur Nabantino Gonçalves de Azevedo

    Artur Nabantino Gonçalves de Azevedo nasceu em 7 de julho de 1855, em São Luís - MA e faleceu em 22 de outubro de 1908, na cidade do Rio de Janeiro. Filho de David Gonçalves de Azevedo, vice-cônsul de Portugal em São Luís, e Emília Amália Pinto de Magalhães. Em 1871 escreveu uma série de poemas satíricos sobre as pessoas de São Luís, perdendo o emprego de amanuense (copista de textos à mão). Seguiu para o Rio de Janeiro aos 18 anos de idade (1873), onde foi tradutor de folhetins e revisor de "A Reforma", tornando-se conhecido por seus versos humorísticos. Escrevendo para o teatro, alcançou enorme sucesso com as peças "Véspera de Reis" e "A Capital Federal". Fundou a revista "Vida Moderna", onde suas crônicas eram muito populares. Colecionador de obras (pinturas, gravuras e esculturas) e crítico de arte nos jornais cariocas, constituiu um vasto acervo denominado postumamente de "Coleção Arthur Azevedo de Gravuras". Foi amigo de artistas como Victor Meirelles, Rodolfo e Henrique Bernardelli, Modesto Broccos e João Zeferino da Costa. Artur de Azevedo, prosseguindo a obra de Martins Pena, consolidou a comédia de costumes brasileira, sendo no país o principal autor do Teatro de revista, em sua primeira fase. Sua atividade jornalística foi intensa, devendo-se a ele a publicação de uma série de revistas, especializadas, além da fundação de alguns jornais cariocas. Era irmão mais velho do escritor Aluísio Azevedo, autor de "O Cortiço" e "O Mulato".

    33 Livros
    15 Seguidores
    Maranhão, Brasil

    Artur Nabantino Gonçalves de Azevedo