Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas0
    • Leitores107
    • Similares1
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    O autor no cinema - A política dos autores: França, Brasil anos 50 e 60

    Jean-Claude Bernardet

    Brasiliense / Edusp
    1994
    205 páginas
    6h 50m
    ISBN-10: 8511270116
    Português Brasileiro
    4
    6 avaliações
    Leram23Lendo5Querem76Relendo1Abandonos2Resenhas0
    Favoritos0Desejados76Avaliaram6

    Nas primeiras partes deste ensaio Jean-Claude Bernardet acompanha a trajetória da influente noção de autor no cinema, tal como definida pela política do autor na França nos anos 50 e transformada pelos críticos no Cinema Novo brasileiro na década de 1960. Em sua parte final, ele aborda as vicissitudes sofridas por esse conceito nos anos 68, em decorrência da afirmação do cinema militante e do sucesso do chamado anti-humanismo francês. Em trabalho denso e minucioso, Jean-Claude Bernardet desloca a câmera para destacar os pontos de vista sobre o tema da autoria cinematográfica dos mais importantes críticos, escritores e cineastas franceses e brasileiros, Entre eles, Jean-Luc Godard, François Truffaut, Claude Chabrol, Eric Rohmer, Cacá Diegues, Glauber Rocha e Paulo Emílio Salles Gomes.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover

    Similares (1)

    Ver mais
    • book cover

    Estatísticas

    Avaliações

    4 / 6
    • 5 estrelas33%
    • 4 estrelas33%
    • 3 estrelas33%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Jean-Claude Bernardet profile picture

    Jean-Claude Bernardet

    Nascido na Bélgica, de família francesa, Jean-Claude passou a infância em Paris, e veio para o Brasil com sua família aos 13 anos, naturalizando-se brasileiro em 1964. É diplomado pela École des Hautes Études en Sciences Sociales (Paris) e doutor em Artes pela ECA (Escola de Comunicações e Artes) da USP. Interessou-se por cinema a partir do cineclubismo, e começou a escrever críticas no jornal O Estado de São Paulo a convite de Paulo Emílio Salles Gomes. Tornou-se grande interlocutor do grupo de cineastas do Cinema novo, e especialmente de Glauber Rocha, que rompeu com ele a partir da publicação de Brasil em Tempo de Cinema (1967). Foi professor de roteiro no curso de cinema da Escola de Comunicações e Artes da USP. Um dos principais críticos de cinema do país, é autor de vários livros sobre cinema e de três romances. Foi coautor do roteiro de O caso dos irmãos Naves, com Luis Sergio Person, e Um céu de estrelas, com Roberto Moreira; produziu, com Fernando Bonassi, o roteiro de Através da janela, filme de Tata Amaral; atuou em diversos filmes, como em Filmefobia, de Kiko Goifman. Foi um dos criadores do curso de cinema da UnB, em Brasília, e deu aulas de História do Cinema Brasileiro na ECA, até se aposentar em 2004. Além de sua importância como teórico, é também ficcionista, com quatro volumes publicados. Participou de vários filmes, como roteirista e assistente de direção, eventualmente como ator em pequenos papéis. Nos anos 1990 dirigiu dois ensaios poéticos de média-metragem: São Paulo, Sinfonia e Cacofonia (1994) e Sobre Anos 60 (1999).

    17 Livros
    11 Seguidores

    Jean-Claude Bernardet