Entrar
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições1
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas2
    • Leitores224
    • Similares0

    Memórias Póstumas de Brás Cubas | Oração aos Moços | Palavras à Juventude -

    Machado de Assis

    Dicopel
    1985
    304 páginas
    10h 8m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    4
    58 avaliações
    Leram125Lendo12Querem79Relendo1Abandonos7Resenhas2
    Favoritos5Desejados79Avaliaram58

    Em 'Memórias póstumas de Brás Cubas', Machado de Assis constrói na figura de um 'defunto-autor' e não um 'autor-defunto' - como bem se define o próprio Brás Cubas -, o motivo central de sua crítica à sociedade, pois estando distanciado do mundo dos vivos, o morto Brás Cubas destrói, a partir de suas relações socias, a sociedade do Brasil do século XIX, com seus vícios, seu parasitismo e suas mesquinharias. ‘Oração aos moços’ é um dos discursos de Rui Barbosa, escrito para paraninfar os formandos da turma de 1920 da Faculdade de Direito do Largo de São Francisco, em São Paulo. Impedido de comparecer, por problemas de saúde, o texto foi lido pelo professor Reinaldo Porchat. Trata-se de uma das reflexões produzidas pelo jurista sobre o papel do magistrado e a missão do advogado. O autor faz um balanço de sua vida como advogado, jornalista e político, como exemplo para as novas gerações.

    Edições (1)

    Ver mais
    • book cover
    Resenhas (2)Ver mais
    Luks Marter picture
    Luks Marter17/11/2025Resenhou um livro
    3.5 (Bom)

    ‘Memórias Póstumas de Brás Cubas’ Achava que era uma história de arrependimento ao "leito da morte", mas me enganei. Brás é muito dissimulado. Se dá entender que ele é apenas um mauricinho que faz as coisas por capricho e apenas. Até o relacionamento dele com a Virgília parece apenas mais um capricho e nada mais. E assim seguiu o livro todo, sem nenhuma evolução. Nem quando se viu sozinho, uma certa idade mais avançada, pareceu arrependido da sua vida ociosa e egoísta. ‘Orações aos Moços: Palavras à Juventude’ A moral que faltou em Brás Cubas teve nesse, achei até bem estratégico colocarem os dois junto rsrs. A crítica sobre a corrupção é a desvalorização da educação pode ser trazido pros dias atuais, já que não mudou muita coisa. Até gostei a leitura, mas achei um pouco cansativa.

    2 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4 / 58
    • 5 estrelas36%
    • 4 estrelas38%
    • 3 estrelas19%
    • 2 estrelas7%
    • 1 estrelas0%
    Joaquim Maria Machado de Assis profile picture

    Joaquim Maria Machado de Assis

    Joaquim Maria Machado de Assis, jornalista, contista, cronista, romancista, poeta e teatrólogo, nasceu no Rio de Janeiro, RJ, em 21 de junho de 1839, e faleceu também no Rio de Janeiro, em 29 de setembro de 1908. É o fundador da Cadeira nº. 23 da Academia Brasileira de Letras. Velho amigo e admirador de José de Alencar, que morrera cerca de vinte anos antes da fundação da ABL, era natural que Machado escolhesse o nome do autor de O Guarani para seu patrono. Ocupou por mais de dez anos a presidência da Academia, que passou a ser chamada também de Casa de Machado de Assis. Filho do operário Francisco José de Assis e de Maria Leopoldina Machado de Assis, perdeu a mãe muito cedo, pouco mais se conhecendo de sua infância e início da adolescência.

    821 Livros
    8.096 Seguidores
    Rio de Janeiro, Brasil

    Joaquim Maria Machado de Assis