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    MOLL FLANDERS -

    Daniel Defoe

    Nova Cultural
    1996
    320 páginas
    10h 40m
    ISBN-10: 8535107460
    Português Brasileiro
    4
    17 avaliações
    Leram43Lendo1Querem19Relendo0Abandonos1Resenhas1
    Favoritos3Desejados19Avaliaram17

    QUE VIU A LUZ NAS PRISÕES DE NEWGATE E QUE, AO LONGO DE UMA VIDA RICA EM VICISSITUDES, A QUAL DUROU TRÊS VEZES VINTE ANOS, SEM LEVAR EM CONTA SUA INFÂNCIA, FOI DURANTE DOZE ANOS PROSTITUTA, DURANTE DOZE ANOS LADRA, CASOU-SE CINCO VEZES (UMA DAS QUAIS COM SEU PRÓPRIO IRMÃO), FOI DEPORTADA OITO ANOS NA VIRGÍNIA E QUE, ENFIM, FEZ FORTUNA, VIVEU MUITO HONESTAMENTE E MORREU ARREPENDIDA; VIDA CONTADA SEGUNDO SUAS PRÓPRIAS MEMÓRIAS.

    Resenhas (1)Ver mais
    Ana Paula Guedes picture
    Ana Paula Guedes07/04/2018Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Moll Flanders é uma mulher de passado (muito) duvidoso, que conta em primeira pessoa e sem pejo suas aventuras e desventuras, desde que era menina. É um livro muito empolgante, que descortina um delicioso painel do que era a Inglaterra de DeFoe do século 17, com seus libertinos, ladrões, e prostitutas. Como amo literatura inglesa, e ainda mais os clássicos, esse livro logo se tornou um dos meus preferidos.

    1 curtida

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    Avaliações

    4 / 17
    • 5 estrelas35%
    • 4 estrelas35%
    • 3 estrelas24%
    • 2 estrelas6%
    • 1 estrelas0%
    Daniel Defoe profile picture

    Daniel Defoe

    Daniel Foe (1660-1731) — o apelido só seria alterado pelo autor em 1695 para Defoe —, é considerado por muitos o primeiro romancista de língua inglesa. Foi comerciante, economista, jornalista e espião antes de escrever o seu primeiro romance, <i>As Aventuras de Robinson Crusoe</i>, aos sessenta anos. Tendo testemunhado na infância a Peste e o Grande Incêndio de Londres, acabou por se transformar num apaixonado por viagens depois de conhecer profundamente países como a França, Espanha e os Países Baixos. Com uma vida extremamente aventurosa, esteve encarcerado por dívidas e lutou durante um breve período de tempo na rebelião do duque de Monmouth. Poucos anos depois começou a escrever panfletos político-satíricos que, de novo, o iriam conduzir à prisão. Por intervenção de um ministro Tory, acabaria por ser libertado e durante onze anos viria a ser agente secreto e jornalista político dos Tories. Deliciou-se durante toda a vida na representação de diversos papéis e disfarces, utilizando-os com grande efeito como espião, e escreveu mais de quinhentos livros, panfletos e artigos jornalísticos abrangendo tópicos como a política, crime, religião, geografia, matrimónio, psicologia e sobrenatural. Morreu na cidade de Londres em 1731, segundo se diz de «uma letargia».

    140 Livros
    131 Seguidores

    Daniel Defoe