"Reis da polêmica"
Li apenas essa reportagem, sobre pesquisas arqueológicas em locais correlacionados a Davi e Salomão na Bíblia, onde se destacam como os maiores reis da História de Israel no Antigo Testamento.
Deixo em registro que o primeiro rei no relato bíblico foi Saul e que no periodo de Davi e Salomão a nação atingiu apogeu diferenciado de grandiosidade e suntuosidade, perdido nos governos sucessores, quando as terras foram divididas em dois reinos e foram sujeitadas a domínios estrangeiros.
Os resultados dividem opiniões, relacionados às citações anteriores sobre Davi e Salomão, com percepções que reconfiguram a História segundo os vestígios pesquisados.
Para alguns existe supervalorização no contexto (pela ausência material que comprove a exatidãoe bíblica e vestígios que destoam dos relatos conhecidos); enquanto para outros os respectivos reis seriam figuras lendárias ou, no mínimo, sem a grandiosidade descrita, reduzindo-os a uma visão minimalista.
Os termos gerais da reportagem...
Gosto de ler sobre o assunto, porém, nada impacta o que creio das Sagradas Escrituras. A ciência não se estabelece em conceitos infalíveis e é curioso que não tem conclusões para muitos aspectos que tem em posse materialmente (ilustração na reportagem sobre os incas na edição), imagina para o que não tem, onde podem existir também variantes que nem supõem existir e estas impactam o que chegou ou deixou de chegar a nós.
Devaneio a parte, durante a leitura a negação científica trouxe-me a lembrança de Jesus sendo interrogado por Pilatos e sacerdotes, quando permaneceu calado, não respondendo segundo queriam que falasse, "demonstrando poderes", mas o ato não desvalorizava ou reduzia a significância de quem era. É assim que vejo na ciência e nas negações históricas quando leio reportagens como essa, conferidas essencialmente por curiodade.
Mano, altas horas, ainda acordado resenhando, pela manhã tem EBD... Fui!