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    World War Z - An Oral History of the Zombie War

    Max Brooks

    Crown
    2006
    352 páginas
    11h 44m
    ISBN-10: 0307346609
    4
    237 avaliações
    Leram366Lendo43Querem241Relendo0Abandonos18Resenhas16
    Favoritos22Desejados241Avaliaram237

    Brooks, the author of the determinedly straight-faced parody The Zombie Survival Guide (2003), returns in all seriousness to the zombie theme for his second outing, a future history in the style of Theodore Judson s Fitzpatrick s War. Brooks tells the story of the world s desperate battle against the zombie threat with a series of first-person accounts "as told to the author" by various characters around the world. A Chinese doctor encounters one of the earliest zombie cases at a time when the Chinese government is ruthlessly suppressing any information about the outbreak that will soon spread across the globe. The tale then follows the outbreak via testimony of smugglers, intelligence officials, military personnel and many others who struggle to defeat the zombie menace. Despite its implausible premise and choppy delivery, the novel is surprisingly hard to put down. The subtle, and not so subtle, jabs at various contemporary politicians and policies are an added bonus. (Sept.) Copyright © Reed Business Information, a division of Reed Elsevier Inc. All rights reserved.

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    Anica Bitten picture
    Anica Bitten15/05/2009Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    World War Z (Max Brooks)

    Está aí um livro que tem uma série de preconceitos a serem vencidos. Comecemos pelo autor, que por ser filho do comediante Mel Brooks passa a falsa ideia de que só escreve sobre humor. Depois tem o fato de tratar-se de uma história de zumbis. Porque sim, eu sei que há uma penca de gente que se interessa pelo assunto e lerá um livro assim com gosto simplesmente por ser uma história com zumbis (na verdade eu me animei com o livro por causa disso, hehe). Por outro lado, tem um monte de gente que relaciona o assunto com filme trash, tosqueira, lixo da cultura pop. O que não deixa de ser uma pena. Porque World War Z é daqueles livros que te conquistam já nas primeiras páginas, e aí você quer conversar sobre ele, é claro. Só que aí você sugere a história para alguém não muito iniciado ao “mondo zombie” e então a pessoa faz a maior cara de que você não pode estar falando sério. E bem, eu estou. É um dos melhores livros que li, de todos os tempos. Daqueles que você desejaria ter escrito, entende? Daqueles que fazem a diferença no seu dia, não são só uma história legal (embora ei, eu não tenho nada contra histórias legais, muito pelo contrário). Com o subtítulo já dá para entender do que se trata World War Z: An Oral History of the Zombie War. Tomando a definição do Umberto Eco emprestada¹ Brooks coloca na história um autor-modelo, que foi responsável por coletar depoimentos dos sobreviventes da dita Zombie War. Assim, dá para dizer que o livro divide-se em capítulos maiores, que indicam o tema principal dos depoimentos que serão apresentados (Total War, Goodbyes, etc.) e dentro desses capítulos temos “subcapítulos”, os relatos em si. E o interessante é que cada relato acaba tomando a forma de um mini-conto, excelentes mini-contos diga-se de passagem. Com um pé na realidade, você acaba se deixando levar pelo mundo (re)criado por Brooks. E é impressionante ver o cuidado que ele teve em imaginar as consequências de uma invasão zumbi em cada país, como aconteceria na Inglaterra, na França, nos Estados Unidos, na China, no Japão… até o Brasil aparece. E não é algo irreal, aquelas distopias que te fazem pensar que estão bem longe de acontecer. E o que assusta de verdade é que não precisa ser uma invasão de zumbis. Terrorismo, um novo vírus letal, quaquer coisa. Entre um relato e outro o que mais fica em evidência é o que outros autores como Saramago em Ensaio sobre a Cegueira e Cormac McCarthy em A Estrada já alertaram: o que consideramos ‘humanidade’ se sustenta por um frágil fio. Talvez o único ponto negativo seja a questão de que, sendo as histórias transcrições de relatos, talvez tenha faltado mais marcas orais que diferenciassem as personagens entre si. Mas aí eu já estou sendo chata, acho. No geral, é simplesmente um livro daqueles imperdíveis. Algumas histórias ainda estão na minha cabeça, como a do sujeito que comercializou uma suposta cura para o vírus, ou ainda a do gênio que elaborou o plano para derrotar os zumbis. Se você lê em inglês, não perca tempo e procure para ler. 1. lá do Seis Passeios pelos Bosques da Ficção, recomendo a leitura [↩]

    13 curtidas

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    4 / 237
    • 5 estrelas36%
    • 4 estrelas28%
    • 3 estrelas28%
    • 2 estrelas7%
    • 1 estrelas0%
    Maximillian Michael Brooks  profile picture

    Maximillian Michael Brooks

    Brooks nasceu em New York City, filho do diretor, produtor e ator Mel Brooks e atriz Anne Bancroft. Graduado em 1994 na Universidade Americana. Sua esposa, Michelle, é roteirista, e o casal tem um filho, Henry. Brooks é o autor de O Guia de Sobrevivência aos Zumbis, um livro publicado em 2003. O livro explica como sobreviver a um iminente apocalipse zumbi. O livro mais tarde foi seguido em 2009 por O Guia de Sobrevivência aos Zumbis: ataques registrados, um romance gráfico que descreve alguns dos eventos detalhados na última seção do livro.

    7 Livros
    96 Seguidores
    New York City, Estados Unidos

    Maximillian Michael Brooks