A lição deste passeio por entre coxias, salões literários, bibliotecas e gráficas é a de que uma cultura deve ser apreendida como um corpo vivo, em todas as funções e sensibilidades que lhe são próprias. Nesses ensaios sobre a relação entre a oralidade do texto e sua forma impressa, sob a perspectiva da história da leitura, o autor revela os vários caminhos para entender um dos mais fascinantes objetos da história.
