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    Pygmalion - A romance in five acts

    Bernard Shaw

    Penguin Books
    2003
    176 páginas
    5h 52m
    ISBN-10: 0141439505
    3.9
    139 avaliações
    Leram184Lendo7Querem46Relendo0Abandonos6Resenhas5
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    'Pygmalion' both delighted and scandalized its first audiences in 1914. A brilliantly witty reworking of the classical tale of the sculptor Pygmalion, who falls in love with his perfect female statue, it is also a barbed attack on the British class system and a statement of Shaw’s feminist views. In Shaw’s hands, the phoneticist Henry Higgins is the Pygmalion figure who believes he can transform Eliza Doolittle, a cockney flower girl, into a duchess at ease in polite society. The one thing he overlooks is that his ‘creation’ has a mind of her own. This is the definitive text under the editorial supervision of Dan H. Laurence, with an illuminating introduction by Nicholas Grene, discussing the language and politics of the play. Included in this volume is Shaw’s preface, as well as his ‘sequel’ written for the first publication in 1916, to rebut public demand for a more conventionally romantic ending.

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    Ramon Alves picture
    Ramon Alves07/04/2021Resenhou um livro
    4.5 (Muito bom)

    I'm a good girl, I am

    É possível ver influência da Megera Domada de Shakespeare, mas sem dúvida é um trabalho único e fino. Personagens divertidos e com diversas falas engraçadas. Vale a pena. p.s.: no YouTube tem a gravação de uma apresentação da peça com as falas originais.

    6 curtidas

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    3.9 / 139
    • 5 estrelas22%
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    George Bernard Shaw profile picture

    George Bernard Shaw

    George Bernard Shaw foi um dramaturgo, romancista, contista, ensaísta e jornalista irlandês. É autor de comédias satíricas que traduziram seu espírito irreverente e inconformista. Filho de uma tradicional - mas empobrecida - família protestante, foi de início instruído por um tio, mas rejeitou a educação escolar e aos 16 anos empregou-se em um escritório. Adquiriu amplo conhecimento artístico graças à mãe, Lucinda Elizabeth Gurly Shaw, e às freqüentes visitas à National Gallery da Irlanda. Decidido a se tornar escritor, foi morar em Londres em 1876, porém por mais de dez anos seus romances foram recusados por todos os editores da cidade, assim como a maior parte dos artigos enviados à imprensa. Tornou-se vegetariano, socialista, orador brilhante, polemista e fez as primeiras tentativas como dramaturgo. Em 1885 conseguiu um trabalho fixo na imprensa e, durante quase uma década, escreveu resenhas literárias, críticas de arte e brilhantes colunas musicais. Sua atividade literária, em especial a produção teatral, foi uma seqüência de sucessos; destacou-se também na crítica literária, teatral e musical, na defesa do socialismo, criação de panfletos, ensaios sobre assuntos políticos, econômicos e sociais, sendo ainda um prolífico epistológrafo. Como crítico de teatro da Saturday Review (1895), atacou insistentemente a pobreza qualitativa e artística da produção teatral vitoriana. Durante a Primeira Guerra Mundial, interrompeu sua produção teatral e publicou um polêmico panfleto, Common Sense About the War, no qual considerava o Reino Unido, os aliados e os alemães igualmente culpados e reivindicava negociações de paz. Recusou o Nobel de Literatura de 1925 e, em suas últimas peças, intensificou as pesquisas com a linguagem não-realista, simbolista e tragicômica. Por cinco anos deixou de escrever para o teatro e dedicou-se ao preparo e publicação da edição de suas obras escolhidas (1930-1938), e ao tratado político The Intelligent Woman's Guide to Socialism and Capitalism (1928). A sua correspondência também foi publicada, destacando-se a troca de cartas com o escritor H. G. Wells.

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    George Bernard Shaw