Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas0
    • Leitores18
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Uma Terra Só -

    Aldyr Garcia Schlee

    Melhoramentos
    1984
    159 páginas
    5h 18m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    3.7
    6 avaliações
    Leram11Lendo1Querem6Relendo0Abandonos0Resenhas0
    Favoritos0Desejados6Avaliaram6

    Os temas de Aldyr Garcia Schlee profundos e capazes de garantir a amplitude da comunicabilidade, são a concepção trágica da existência e o absurdo essencial que aciona os personagens. O autor só observa o passado heroico para confrontá-lo com o presente desprovido de magia. Nesse processo, sua ficção simultaneamente mantém o cenário tradicional para inseri-lo numa temática já situada na fronteira da modernidade. Em Uma Terra Só estamos diante de um fato literário cuja importância não pode ser desprezada: o vínculo entre a tradição gauchesca e uma problemática que pertence homem contemporâneo de qualquer latitude. Eis um texto que se legitima a si mesmo.

    Estatísticas

    Avaliações

    3.7 / 6
    • 5 estrelas33%
    • 4 estrelas17%
    • 3 estrelas33%
    • 2 estrelas17%
    • 1 estrelas0%
    Aldyr Garcia Schlee profile picture

    Aldyr Garcia Schlee

    Aldyr Garcia Schlee nasceu no dia 22 de novembro de 1934 em Jaguarão. Foi escritor, jornalista, tradutor e desenhista e professor universitário. Doutor em Ciências Humanas, publicou vários livros de contos e participou de antologias de contos e de ensaios. Alguns de seus livros foram publicados primeiro no Uruguai. Traduziu a importante obra “Facundo”, do escritor argentino Domingos Sarmiento. Fez a edição crítica da obra do escritor pelotense João Simões Lopes Neto quando estabeleceu a linguagem. Foi planejador gráfico do jornal Última Hora, reporter e redator. Criou o jornal Gazeta Pelotense. Ganhou o prêmio Esso de Jornalismo. Foi fundador da Faculdade de Jornalismo da UCPel, de onde foi expulso após o golpe militar de 1934, quando foi preso e respondeu a vários IPMs. Foi professor de Direito Internacional da faculdade de Direito da Universidade Federal de Pelotas(UFPel) por mais de trinta anos, onde também foi pró-reitor de Extensão e Cultura. Torce para o Brasil de Pelotas, clube que chegou a ser tema do conto “Empate” publicado em seu livro “Contos de futebol”. Criou o uniforme verde e amarelo da Seleção Brasileira de Futebol, mais conhecido como Camisa Canarinho. Em 1953, aos 19 anos, ele venceu 201 candidatos no concurso promovido pelo jornal carioca Correio da Manhã para a escolha do novo uniforme da seleção. Como prêmio, Aldyr ganhou o equivalente a vinte mil reais e um estágio no Correio da Manhã, no Rio de Janeiro, onde pode conhecer e conviver com figuras expoentes do jornalismo da época como Nelson Rodrigues, Antônio Callado, Millôr Fernandes e Samuel Wayner. Recebeu duas vezes o prêmio da Bienal Nestlé de Literatura e foi cinco vezes premiado com o Prêmio Açorianos de Literatura. Em novembro de 2009 publicou “Os limites do impossível, os contos gardelianos” pela editora Ardotempo e em 2010, pela mesma editora, o romance “Don Frutos”, ano em que foi também destacadado com o Prêmio Fato Literário de 2010. Tem três filhos, três netos e seu passatempo era o futebol de botão, cujo time “veste” a camiseta do Esporte Clube Cruzeiro de Porto Alegre, com a escalação dos anos 60. Faleceu no dia 15 de novembro de 2018, em Pelotas, após lutar contra um câncer de pele por seis anos.

    23 Livros
    2 Seguidores
    Rio Grande do Sul, Brasil

    Aldyr Garcia Schlee