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    CARTAS DE INGLATERRA -

    Eça de Queiroz

    Lello & Irmão
    1951
    192 páginas
    6h 24m
    ISBN-13: 9789721047174
    Português Brasileiro
    4.2
    14 avaliações
    Leram27Lendo2Querem21Relendo0Abandonos1Resenhas1
    Favoritos0Desejados21Avaliaram14

    Escrito na época em que Eça foi para a Inglaterra como cônsul em 30 de Dezembro de 1874. Em suas cartas os ingleses são descritos como bons comerciantes, intelectuais minuciosos e exigentes, turistas xenófobos, ignorando línguas estrangeiras e desdenhando de tudo aquilo que não seja britânico.

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    Resenhas (1)Ver mais
    Iara Késsia picture
    Iara Késsia20/04/2024Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Muito educativo

    Esses comentários do Eça para um jornal português são muito bons. Ele como comentarista na Inglaterra, o palco central da economia no século 19, é demais. Toda sua inteligência, eloquência e sagacidade foram usadas para informar e formas opiniões.

    21 curtidas

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    Avaliações

    4.2 / 14
    • 5 estrelas50%
    • 4 estrelas29%
    • 3 estrelas14%
    • 2 estrelas7%
    • 1 estrelas0%
    José Maria de Eça de Queiroz profile picture

    José Maria de Eça de Queiroz

    José Maria de Eça de Queiroz nasceu em Póvoa do Varzim, norte de Portugal, de pais que não eram casados – só o fariam quatro anos depois. Essa situação, escandalosa para a época, talvez tenha contribuído para a visão profundamente crítica à moral da classe média portuguesa que o escritor imprimiu à sua obra. Eça ingressou aos 16 anos na Universidade de Coimbra, de onde saiu formado em Direito. Nesse período reuniu-se a outros jovens literatos, como Antero de Quental, que formaram o grupo conhecido como a Geração 70. Mudou-se para Lisboa, seguindo uma carreira de jornalista que continuaria em Évora e em sua volta para a capital. Em folhetins e na poesia, havia até então sido um adepto do Romantismo. Contudo, na volta a Lisboa, tomou parte no grupo de intelectuais conhecido como <i>O Cenáculo</i>. Sob a influência do escritor Gustave Flaubert e do teórico anarquista Pierre-Joseph Proudhon, aderiu ao Realismo. Em 1870, publicou, em parceria com Ramalho Ortigão, o romance <i>O mistério da estrada de Sintra</i>. No mesmo ano ingressou na carreira diplomática e, dois anos depois, assumiu o posto de cônsul em Havana – seguida por cidades europeias. Em 1895, sob a influência do Naturalismo, publicou o romance <i>O crime do padre Amaro</i>, que provocou protestos da Igreja e de setores da sociedade. Três anos depois, <i>O primo Basílio</i> teve recepção semelhante, apesar do sucesso de vendas. Em 1888 saiu <i>Os Maias</i>, romance considerado sua obra-prima. Parte da extensa obra do escritor, como o romance <i>A cidade e as serras</i>, veio à luz postumamente. Eça, que deixou quatro filhos, morreu em Paris, de tuberculose.

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    719 Seguidores

    José Maria de Eça de Queiroz