Matrimônio do Céu e do Inferno -

    William Blake

    Madras
    2004
    59 páginas
    1h 58m
    ISBN-10: 8573748028
    Português Brasileiro

    De acordo com a sua biografia, William Blake, poeta, pintor e ilustrador, nasceu em Londres, filho de James e Catherine Blake. Ele foi um verdadeiro revolucionário de sua época, pois, por meio de seus textos, encorajava as pessoas a se desligarem das imposições religiosas e políticas à procura de seus valores e ideais próprios. Profundamente impressionado com o ritmo de atividades irrefreáveis nas Revoluções Americana e Francesa, com todas as suas conseqüências sociais, Blake aplicou princípios revolucionários em suas reflexões acerca do desenvolvimento dinâmico do indivíduo. Sua obra pode ser dividida em dois períodos: antes e depois de Matrimônio do Céu e do Inferno. No início, as obras de William Blake eram basicamente de natureza poética, com algumas narrativas a respeito de lendas da Inglaterra, composições meditativas e alguns hinos idealizados à natureza. There is no Natural Religion faz parte desse período. Apenas dois de seus primeiros livros de poesia foram publicados enquanto ele ainda era vivo. São eles: Canções de Inocência e Canções de Experiência. Depois do surgimento de Matrimônio do Céu e do Inferno, Blake entra no período mais criativo de sua carreira e passa a se preocupar com a temática do desenvolvimento interno do ser humano. Foi nesse período que Blake produziu The Four Zoas e Jerusalem. Não é sem motivo que Matrimônio do Céu e do Inferno representa um marco na carreira de William Blake. Toda a sua filosofia está resumida neste livro, totalmente ilustrado e colorido, e merece ser conhecida, dada a sensibilidade e a inteligência com que foi concebida por este revolucionário de seu tempo, e que a Madras Editora tem a satisfação de apresentar aos nossos leitores.

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    Leituras e Reflexões22/11/2022Resenhou um livro
    1.5 (Ruim)

    Fala sério! Só não foi uma total perda de tempo porque eu precisava conhecer a obra que “inspirou” C. S. Lewis a escrever O GRANDE DIVÓRCIO. Agora entendi muito bem o que Lewis quis fazer. Não consegui extrair nada de bom. Não recomendo!

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