1948 Estávamos, meus pais, eu e meu irmão caçula, no porto de Santos, aguardando o primeiro navio italiano que chegava depois da Segunda Guerra Mundial. Nele vinha um combatente, um sobrevivente. Era meu tio Ugo, irmão de minha mãe e italiano como ela. Ele não estava, como os demais passageiros, na primeira ponte do navio, mas no topo, no último deque, sozinho. Foi amor à primeira vista!