Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas1
    • Leitores15
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Perder teorías -

    Enrique Vila-Matas

    teodolito
    2011
    86 páginas
    2h 52m
    ISBN-13: 9789899747401
    Espanhol
    3.8
    5 avaliações
    Leram6Lendo2Querem7Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos0Desejados7Avaliaram5

    Invitado en Lyon a un simposio internacional sobre la novela, un doble del escritor Vila-Matas es dejado por un taxi en su hotel sin que allí nadie le dé la bienvenida. En la soledad de su habitación redacta una teoría general de la novela, incidiendo especialmente en los cinco elementos «irrenunciables, imprescindibles» que deben reunir los textos para pertenecer al nuevo siglo, mientras la organización que le ha invitado a Lyon sigue sin ponerse en contacto con él. De regreso a Barcelona, le parece descubrir la futilidad de todo ensayo y de todo viaje y quizás incluso la futilidad de todo, de modo que acabará destruyendo la teoría, si bien ésta podría servirle a alguien para escribir Dublinesca.

    Resenhas (1)Ver mais
    Aguinaldo Medici Severino picture
    Aguinaldo Medici Severino12/10/2011Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Esse pequeno livro nasceu da mesma idéia que criou "Dublinesca", mas tem um outro fôlego, outra abordagem, outra proposta. Em "Dublinesca" acompanhamos os sucessos de um editor em crise, Samuel Riba, que reflete sobre o fim do mundo dos livros como conhecemos e organiza uma espécie de funeral da "era de Gutenberg", escolhendo o Bloomsday (a gloriosa festa literária dedicada ao Ulysses de James Joyce), na brumosa Dublín, para marcar o réquíem dos livros e da literatura. É um romance muito irônico e muito divertido, onde tanto os leitores contumazes de Joyce, quanto os entusiastas da prosa rascante de Vila-Matas, encontram genuíno prazer. "Perder Teorías" funciona como uma espécie de adestramento à ele. O narrador deve ser o mesmo Samuel Riba (inominado, claro), mas se nos breves capítulos de "Perder teorías" ele engendra a idéia de escrever uma teoria sistematizada do romance moderno (para logo abandoná-la, renegá-la, antecipando sua futilidade e inoperância), será em "Dublinesca" que ela é posta em prática, tranformando-se em um romance. Vila-Matas inclui um prólogo laudatório e cifrado, assinado por Liz Themerson, uma pretensa hispanista americana. Mas se é que eu entendi bem esse prólogo deve ser mais uma daquelas "trampas" vila-matianas, engendradas para confundir e brincar com o leitor, pois não existe uma Liz Themerson real. "Perder teorías" funciona como um apêndice do que se discute em "Dublinesca" e como um exercício estilístico do que encontramos sempre nos livros de Vila-Matas. Divertido, mas nada transcendental. Vamos em frente. [início 04/11/2011 - fim 14/11/2011] "Perder teorías", Enrique Vila-Matas, Barcelona: editora Seix Barral (coleção Únicos), 1a. edição (2010), capa-dura 12x19 cm, 80 págs. ISBN: 978-84-322-4324-0

    curtir

    Estatísticas

    Avaliações

    3.8 / 5
    • 5 estrelas40%
    • 4 estrelas20%
    • 3 estrelas40%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Enrique Vila-Matas profile picture

    Enrique Vila-Matas

    Enrique Vila-Matas (Barcelona, 1948) é um escritor espanhol. Nasceu em Barcelona em 1948. Em 1968 foi viver para Paris, auto exilado do governo de Franco e à procura de maior liberdade criativa. O apartamento onde se instalou foi-lhe alugado pela escritora Marguerite Duras. Durante esse anos subsistiu realizando pequenos trabalhos como jornalista para a revista "Fotogramas", e chegou a colaborar como figurante em Estoril num filme de James Bond. Vila-Matas publicou o seu primeiro livro, "La Asesina Ilustrada", em 1977, e desde então não mais deixou de escrever pois, segundo ele, "escrever é corrigir a vida, é a única coisa que nos protege das feridas e dos golpes da vida." Com a publicação de "História Abreviada da Literatura Portátil" começou a ser reconhecido e admirado no âmbito internacional, especialmente nos países latino-americanos, França e Portugal. As suas obras são uma mescla de ensaio, crônica jornalística e novela. A sua literatura, fragmentária e irônica, dilui os limites entre a ficção e a realidade. Desenvolveu uma ampla obra narrativa que se inicia em 1973 e que, até à data, foi traduzida para 29 idiomas. Atualmente é um dos narradores espanhóis mais elogiados pela crítica nacional e internacional.

    42 Livros
    80 Seguidores

    Enrique Vila-Matas