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    Tex Willer - O Signo da Serpente

    G. L. Bonelli

    Vecchi
    1977
    132 páginas
    4h 24m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro
    4
    53 avaliações
    Leram84Lendo5Querem22Relendo1Abandonos0Resenhas9
    Favoritos5Desejados22Avaliaram53

    Tex, seu filho Kit e Jack Tigre estão cavalgando ao noroeste da reserva navajo quando de longe enxergam o velho índio Ko-Hocei que escondera sob um punhado de terra um estranho amuleto: o signo da serpente, que consistia numa cascavel espetada numa flecha preta. Curioso, Tex descobre que Pah-uan, filho do índio encontrado, nunca mais voltaria à aldeia, pois havia sido designado para viver eternamente do reino de Mah-Shai, a poderosa feiticeira do Colorado, a senhora dos poderes das sombras. Vendo que algo na história cheirava mal, Tex obriga o índio a falar e este lhe revela que cerca de três ou quatro vezes por ano é realizada uma cerimônia religiosa durante uma noite inteira. Ao amanhecer, em frente de uma das tendas da aldeia estará o signo da serpente e aquele que encontrar o signo deverá mandar um de seus filhos mais jovens na direção do sol poente. O filho predestinado deverá levar o signo na mão e víveres para uma longa viagem e daquele instante em diante nunca mais voltará à aldeia. Já o pai do jovem desaparecido, ao nascer do novo sol, deverá seguir a pista do filho até encontrar o signo de Mah-Shai e depois de tê-lo queimado, poderá voltar para junto dos seus, onde, daquele instante em diante, gozará do favor do curandeiro e passará a fazer parte do conselho dos anciãos. Tex resolve investigar, descobrindo que Mah-Shai usava os rapazotes para fazê-los descer por uma corda na terra do abismo, uma fenda no chão localizada na Vale dos Grandes Ossos, fenda que conduzia a um lugar subterrâneo onde havia feras pré-históricas e onde nascia a flor da magia que a tornava poderosa. Os rapazotes desciam e coletavam as flores, colocavam na cesta e esta era içada por Mah-Shai, que, retirando a corda, condenava os jovens índios a nunca mais voltar. Tex, Tigre e Kit seguem a trilha de Mah-Shai e depois de derrotar a feiticeira, resolvem seguir a pista das terras do abismo, na tentativa de salvar os jovens indígenas que foram condenados a habitar na misteriosa fenda. Mas acontece que, descendo os três nas terras do abismo, não tardam a encontrar uma estranha e gigantesca criatura que, mortalmente ferida pelos tiros de suas Winchesters, enrosca-se na corda pela qual os três desceram, rebentando-a e condenando também nossos três heróis a não mais voltarem das terras do abismo, pois além de lutarem contra as terríveis feras, ainda terão que lutar com todas as suas forças contra os makandras, o povo do abismo...

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    Zé Silveira picture
    Zé Silveira12/02/2025Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Tex #1

    É muito bom poder ler os primórdios no Brasil desse personagem tão icônico. Aqui nessa aventura Tex e seus companheiros lutam contra feiticeira, monstros pré-históricos, antigas civilizações subterrânea. O puro suco do entretenimento pulp.

    36 curtidas

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    • 2 estrelas8%
    • 1 estrelas2%
    Gian Luigi Bonelli profile picture

    Gian Luigi Bonelli

    Leitor voraz desde jovem, apreciando, principalmente, os romances de mestres como Jack London, Robert Louis Stevenson, Julio Verne, Emilio Salgari, entre outros. Vagou pela Europa, com pouco dinheiro no bolso, trabalhando nos mais diversos ofícios para ganhar pão, desde cortar lenha numa fazenda até ingressar no boxe (atuando, inclusive, como treinador de lutadores profissionais). Como sua principal criação, o ranger Tex, "possuía uma percepção de valores imediata, fruto de uma cultura surgida numa juventude vivida com austeridade", como disse Decio Canzio, grande amigo de Bonelli. Sua carreira literária começa no início dos anos 1930, escrevendo histórias para o Corrieri dei Piccoli, tradicional publicação italiana, e artigos para o Giornale Illustrato dei Viaggi. Nos anos 1930, Bonelli fez títulos variados para a Editora Saev, como Jumbo e Rin-tin-tin e escreveu seus primeiros roteiros, que foram desenhados por Rino Albertarelli e Walter Molina. O nome de Gian Luigi Bonelli está indissoluvelmente ligada ao Tex Willer, cujos roteiros durante quarenta anos, dedicou-se para lhe dar primeiro nas mãos capazes de outros autores, inclusive, para citar apenas os mais importantes Guido Nolitta (Sergio Bonelli), Claudio Nizzi e Mauro Boselli. Refira-se que a vitalidade de seu caráter, evidenciado pelo fato de que ainda é o livro italiano de quadrinhos com o maior número de vendas, tem resistido à crise no gênero western a partir da qual se inspirou.

    67 Livros
    18 Seguidores
    Lombardia, Itália

    Gian Luigi Bonelli