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    O Corvo - Além da Morte... A Vingança!

    James O'Barr

    Mythos
    1997
    48 páginas
    1h 36m
    ISBN-10: 8588210517
    Português Brasileiro
    3.8
    30 avaliações
    Leram53Lendo1Querem25Relendo0Abandonos1Resenhas1
    Favoritos1Desejados25Avaliaram30

    Primeiro HQ de uma série de dois volumes que deu origem ao filme de mesmo título. "Acorde Joshua! De Pé! Não... não caminhe para a luz. Evite-a. Você morreu, mas ainda não está pronto para a luz. Nós temos muito o que fazer ne Terra. Eu estou lhe dando uma oportunidade de vingança. Uma doce vingança..."

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    Rose Castro picture
    Rose Castro13/04/2020Resenhou um livro
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    Em uma outra época, muitas décadas atrás, um grupo de renegados atacou uma fazenda, violentou uma mulher, matou seu filho e o amante índio. O Corvo, pássaro de mal agouro que encarna o espírito de vingança, reteve a alma desse índio. Os responsáveis pela carnificina precisam ser punidos. A espera foi longa, até o dia em que os assassinos estivesse outra vez reencarnados. Finalmente, isso aconteceu. Auxiliado pelo Corvo, o espírito do índio desperta. Sua solene missão é enviar cada um deles para as profundezas do inferno.

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    James W. O'Barr profile picture

    James W. O'Barr

    O escritor e artista James O'Barr criou seu personagem, O Corvo, nos recentes anos 80 como uma resposta a uma tragédia pessoal. Um artista autodidata, O'Barr primeiramente trabalhou em sua história de amor, morte e retribuição quando estava em Berlim, na Marinha, trabalhando no Exército ilustrando manuais de combate desarmado. Inspirado por diversas fontes como os poetas franceses Georges Bataille, Antonin Artaud e Arthur Rimbaud, músicos como Iggy Pop, Ian Curtis e Robert Smith e os escritores Lewis Carroll, Edgar Allan Poe e A.A. Attanasio, James O'Barr concebeu o personagem de O Corvo como uma força sobrenatural direcionada por partes iguais de amor e vingança.<BR> <BR>"Após alguém muito próxima de mim ser morta por um motorista bêbado, eu ingressei na Marinha. Eu apenas queria parar de pensar e ter alguma estrutura em minha vida. Mas eu ainda estava tão cheio de ódio e frustração que tinha que acabar com isso antes que me destruísse. Um dia eu apenas comecei a desenhar O Corvo; fluiu naturalmente. Meu personagem Eric retorna da tumba porque algumas coisas simplesmente não podem ser perdoadas; e eu acredito que poderia haver um amor tão forte que transcenderia a morte, que a recusaria, e esta alma não descansaria até endireitar as coisas."<BR> <BR>"Escrever O Corvo definitivamente não ajudou em nada," ele diz. "Eu pensei que isso seria purificador, mas à medida que eu desenhava cada página, isso me fazia mais auto-destrutivo, se fizesse algo. Há pura raiva em cada página, pequenos assassinatos. Eu estava mais desordenado pelo tempo do que pelo livro. Havia um rumor circulando quando ocorreu um atraso entre a terceira e a quarta edições de que eu teria cometido suicídio. Eu estava aborrecido por aquilo, porque deus havia mantido seu cotovelo em meu pescoço por todo esse tempo, sinto que posso me livrar disso. Eu não estou preparado para pôr um fim a essa frase ainda." ("Revivendo a Dor" por Lisa Susser, 13 de Maio, 1994").<BR> <BR>"Eu sempre vi O Corvo como uma história fixa, nunca um personagem contínuo como as revistas de super-heróis. Com todas as pessoas que Eric mata, as quais perpetraram o crime contra ele e sua noiva, ele está apagando sua razão para existir."<BR> <BR>O'Barr credita seu distinto estilo visual ao seu estudo de escultura renascentista clássica, filmes de crimes noir dos anos 40, assim como a dois anos de escola médica.<BR> <BR>http://jamesobarr.typepad.com/

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