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    A Sabedoria da Insegurança -

    Alan Watts

    Record
    1951
    144 páginas
    4h 48m
    Português Brasileiro
    3.7
    14 avaliações
    Leram38Lendo16Querem369Relendo1Abandonos1Resenhas0
    Favoritos7Desejados369Avaliaram14

    A Sabedoria da Ignorância - Muita gente adoraria uma resposta pronta sobre a morte, sobre o que acontece com a “gente” depois que este corpo se acaba, e outras pessoas não querem resposta nenhuma, não querem sequer falar no assunto. Não é o caso do filósofo Alan Watts (1915-1973), que, na primeira frase desse texto mais longo sobre o assunto, diz: “sempre fui fascinado pela ideia da morte desde que consigo me lembrar, desde a primeira infância“. O desenrolar do discurso é um passeio fascinante com Alan Watts criando perguntas e buscando hipóteses e respostas sobre o que ele acha que é: Se é dormir e não acordar mais, se é escuridão, se é o nada, e, no fundo dessas buscas, a relação do ser humano com o universo. Para quem não o conhece, Alan Watts foi um grande estudioso de sabedorias orientais como Hinduísmo e Taoísmo, praticante de Zen-Budismo (embora nunca tenha sido monge) e um popularizador da miscigenação das buscas orientais e ocidentais, autor de The Way of Zen (1957), Psychotherapy East and West (1961) e The Book: On the Taboo Against Knowing Who You Are (1966), entre outros.

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    Avaliações

    3.7 / 14
    • 5 estrelas29%
    • 4 estrelas43%
    • 3 estrelas14%
    • 2 estrelas14%
    • 1 estrelas0%
    Alan Wilson Watts profile picture

    Alan Wilson Watts

    Alan Wilson Watts (Chislehurst, Inglaterra, 6 de Janeiro de 1915 — Baía de São Francisco, 16 de Novembro de 1973) foi um filósofo, escritor, orador e estudante de religião comparada britânico. Ficou conhecido como um intérprete e por popularizar filosofias da Ásia para o público ocidental. Escreveu mais de vinte e cinco livros e muitos artigos sobre assuntos como identidade pessoal, a verdadeira natureza da realidade, alta consciência, sentido da vida, conceitos e imagens de Deus e a busca da felicidade. Watts conquistou um grande número de seguidores na área da Baía de São Francisco, enquanto trabalhou como voluntário na KPFA, uma estação de rádio de Berkeley. Watts escreveu mais de 25 livros e artigos sobre temas de religiões orientais e ocidentais, apresentando a então florescente Contracultura da década de 1960 no livro The Way of Zen (1957), um dos primeiros best-seller sobre budismo. Em Psychotherapy East and West (1961), Watts propôs que o budismo poderia ser pensado como uma forma de psicoterapia e não uma religião. Ele também explorou a consciência humana no ensaio The New Alchemy (1958) e no livro The Joyous Cosmology (1962). Perto do fim de sua vida, ele dividiu seu tempo entre uma casa flutuante e uma cabana no Monte Tamalpais. Segundo o crítico Erik Davis, seus "escritos e conversas gravadas ainda brilham com uma lucidez profunda". Em várias de suas publicações posteriores, especialmente Beyond Theology e The Book: On the Taboo Against Knowing Who You Are, Watts apresentou uma visão de mundo, baseando-se no hinduísmo, filosofia chinesa, panteísmo e a ciência moderna, na qual ele afirma que o todo universo consiste de um ”Self cósmico brincando de esconde-esconde (Lila); escondendo-se de si mesmo (Maya), tornando-se todas as coisas vivas e não-vivas no universo e esquecendo o que realmente é - o resultado é que somos todos disfarçados”. Nessa cosmovisão, Watts afirma que nossa concepção de nós mesmos é um mito; as entidades que chamamos de "coisas" separadas são meramente aspectos ou características do todo. Os livros de Watts frequentemente incluem discussões refletindo seu interesse em padrões que ocorrem na natureza e que se repetem de várias maneiras e em uma ampla gama de escalas - incluindo os padrões a serem discernidos na história das civilizações.

    18 Livros
    27 Seguidores
    Kent, Inglaterra

    Alan Wilson Watts